Fan fic da paixão praieira

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Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Qui Set 04, 2014 12:04 am

Era uma vez... sim, era uma vez! A fan fic que vou escrever aqui é uma relacionada com romance e como eu não tenho nenhum experiência agradável para com esse assunto, terei que me basear em factos não necessariamente reais. SO, qualquer semelhança com a realidade não é coincidência coisa nenhuma, só apenas com prática de magia negra, or something like dat.
E se vocês acham lamechas um moço escrever uma fic amorosa, peço que vocês se suicidem vejam isto e que se divirtam bastante.
O narrador é alternado entre a personagem principal da história, o Samuel e pela minha pessoa. Por falar em personagens, cá vai:

<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- Imaginem que este é o José

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu


Tudo começa num apartamento com sete andares, que está junto ao mar. Perto dele existem outros edifícios, casas abandonadas em mau estado, muitas árvores e postes de electricidade. Alguns deles servem para as cegonhas fazerem os seus ninhos. Tem também uma discoteca, junta a um bar, onde várias pessoas costumam ir após terem passado uma tarde na praia, e um estádio preparado para as bandas que tocavam em festivais de Verão.
No terceiro andar, esquerdo traseiras, vivia uma família constituída por 4 integrantes: um pai (x), uma mãe (x), Samuel (16) e José (18), o seu irmão mais velho. Numa tarde ensolarada de Agosto, Samuel estava no seu quarto a ler o livro "O Mistério de Flandres", até que o seu irmão aparece, repentinamente no seu quarto...

José: HEY, Samuel!
Samuel: O que é?
José: Comprei dois bilhetes para o concerto de HOJE dos Sonata Arctica!
Samuel: E o que é que eu tenho a haver com isso?
José: Tu tens de vir comigo!
Samuel: Waaat? Porquê?
José: Porque não conheço outra pessoa que possa vir comigo.
Samuel: Pede ao pai.
José: Os pais não gostam de power metal.
Samuel: E a mãe? As mães gostam.
José: As mães gostam é de Kinder Delice.
Samuel: Pede a uma rapariga que conheças para ir contigo.
José: NEVER!
Samuel: E a um moço? Como o Marco ou o Tobias?
José: Eles não estão cá.
S: Então podes guardar um bilhete e usas o outro. Assim, vês o concerto duas vezes.
J: Nem era uma má ideia, mas parecia mal.
S: Parecer mal é tu teres a idade que tens e ainda não conheceres nenhuma rapariga que partilhe os mesmos gostos que tu.
J: Eu já não tenho idade para essas coisas.
S: ??? Tu tens 18 anos, só dois anos a mais do que eu...
J: Dois anos...dois anos....DOIS ANOS!!!! *abre a boca, mostra os dentes e roda os olhos até já não se poder ver as pupilas negras* FORAM DOIS ANOS!!! DOIS MALDITOS ANOS!!! *pega no baixo do Samuel e começa a movimentá-lo como se fosse uma espada.
S: Hey, hey, *sem nunca largar o livro na página em que estava, Samuel diz num tom de voz alto* Se queres partir-lhe o crânio, fá-lo, mas poupa as minhas coisas.
J. Tens razão. Até a maior bosta de vaca já defecada seria bom demais para ela. Bom, então vou sair e isto dos bilhetes logo se vê, xau.
S: *Olha para o livro e responde* Xau.

*Samuel começa a falar para vocês aí do outro lado: Acontece que o meu irmão namorou com uma rapariga durante DOIS ANOS e acabou por descobrir que estava a ser traído por ela. Ele tinha 15 anos na altura. A partir daí, não só desenvolveu um ódio pela rapariga, como também pelas mulheres em geral. Actualmente, ele apresenta um elevado nível de misóginia. As únicas mulheres de que ele gosta são as da família, aquelas que aparecem na televisão e as cantoras barulhentas das músicas que ele ouve.*

A janela do quarto do Samuel estava entreaberta e a brisa do mar, assim como o seu cheiro característico, entraram, de uma maneira nada discreta, no seu bloquinho. Eis que Samuel pára de ler, pega num marcador vermelho, que recebeu como oferta pela compra do livro, e mete-o na página em que estava. Deixou-o na cama, calçou umas sapatilhas negras e brancas e saiu de casa. Antes disso, deu um biscoito em forma de osso ao seu cão, um Corgi, ainda bebé, e ligou a televisão, para que o cachorro não se preocupasse com o facto de ficar sozinho em casa.
Ele foi até ao bar, provavelmente apenas para ver as empregadas. Como era Verão, também era normal algumas "gajas boas" (termo mainstream) / "miúdas giras" (termo ainda mais mainstream) / "moças gostosas" (termo usado por mim e meio underground) candidatarem-se para trabalhar num local público para ganharem algum dinheiro.

Quando saiu, ouviu uns sons vindos de algum lugar... era o concerto dos Sonata Arctica, tinha começado. As suas músicas novas eram também mais fortes que as anteriores e podiam ser ouvidas a vários hectómetros de distância. Ele decidiu passear pela praia. Viu um salva-vidas, que lhe piscou o olho. Eles já eram conhecidos há algum tempo, uma questão de semanas. Samuel fez um aceno simples.

Continuou a andar, a olhar para os lados. Ele via vários casais jovens aos beijinhos, como se estivessem em casa. Samuel tinha bastante inveja deles, mas não admitia. No entanto, os seus sentimentos não podem ser escondidos porque foram divulgados no mundo da Internet e estarão guardados nele PARA SEMPRE! MUAHAUAHAUA!!!!!. Adiante: Samuel passeava, com a cabeça baixa, ao seu ritmo, enquanto suava, devido à onda de calor que o sol emitia lá de cima. Até que levantou a cabeça e viu uma silhueta... Não lhe parecia ser real, mas sim um truque causado por uma possível miragem... Mas era realmente real (LOL).
Sentada, numa rocha com os joelhos junto aos seios, Samuel viu uma rapariga lindíssima. Tinha uma pele branca,  branca-suja para ser mais preciso, cabelos negros, não eram morenos, eram negros mesmo, como o fato dos gajos do Gantz, uns olhos verdes que pareciam brilhar pela acção dos raios solares, lábios carnudos, pernas grossas e as unhas dos pés e mãos pintadas de vermelho-sangue. Também não trazia uma roupa de praia: tinha uma t-shirt longa, branca e transparente, como se fosse um véu de noivado, que fazia notar o seu sutiã vermelho, que segurava uns seios grandes....

... e uns calções verdes.
Samuel apaixonou-se à primeira vista... e o que é que ele decidiu fazer? Ir ter com ela. Ajeitou as suas roupas "de cima" e dirigiu-se até ela para tentar engatá-la.

Mas o que irá realmente acontecer? Será que a rapariga irá rejeitar a amizade de Samuel? Será que poderão vir a ser amigos muito íntimos? Ou até mesmo namorados? Será que o José encontrou um par para ir ver o concerto dos Sonata Arctica? Quantos episódios terá o One Piece? De que cor é o cavalo branco de Napoleão? A história de Gef, o mangusto falante é verdadeira? Não percam no próximo episódio, porque "agente" também não, senão, era sinal de que estaríamos realmente lixados em termos de programação.

E agora uma sonata ártica para todos vocês:
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Qui Set 04, 2014 2:28 am

Pfffffft- Oh Nessie, só mesmo ler uma fic tua para me tirar do estado mental miserável em que me encontro neste momento.
Ah, anyway, estou a gostar, tu tens uma maneira de escrever bastante fora do normal, a forma como interages com o leitor por meio de referências diretas e de piadas espalhadas pelo texto faz com que seja difícil parar de ler. Ainda que a tua narração não seja exatamente perfeita e eu me tenha sentido um pouco perdida ocasionalmente (foi mais por distração tho, eu nunca tinha a certeza de qual personagem estava a ser descrita), a verdade é que isto é bastante bom.
A história parece-me boa e mesmo ao teu estilo, é difícil não esboçar uns sorrisos enquanto se lê (isso foi o máximo que consegui fazer nesta disposição, tenho que tentar quando estiver a sentir-me bem de novo, ahah). Em termos gramaticais também não detetei erros de qualquer tipo, que me lembre. Enfim, espero ler mais em breve, vê se vais postando!!
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Sex Set 05, 2014 12:12 am

oVrigadA:

Dis is da continuacion:
<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu


Samuel tinha visto uma rapariga de cabelos negros, sentada numa rocha que tinha sido escavada pela força das ondas, tanto que acabou por exibir um formato engraçado. Quando submersa, assemelhava-se com uma serpente-marinha gigante. O rapaz decidiu ir falar com a moça e por a sua sorte à prova. Ele aproximou-se e disse-lhe um "oi!". Ficou com algum medo e defecou nas cuecas, porque podia levar uma resposta violenta da moça... no entanto...
Ah, antes de mais, quero dizer que o narrador agora será o Samu até ele se cansar. A gente trabalha por partes:

Moça: Olá! *moveu-se para o lado, sem nunca se levantar e colocou sua a mão aberta na rocha, como se estivesse a pedir para que eu me sentasse.*
Samuel: Olá... t..tudo be..bem? *disse eu, ainda de pé, na areia*
Moça: Sim. Vá lá, senta-te!
Samuel: Es..está bem *sentei-me, com alguma insegurança*
Moça: Como te chamas?
Samuel: <- E tu?
Moça: Sou a Érica.
S: Tu não és destas bandas, pois não?
E: Não mesmo. Comecei a morar em Portugal por causa do emprego do meu pai. Ele era o gerente numa agência de modelos na Holanda, mas com a falta de candidatos holandeses e com o aumento da migração dos portugueses, ele decidiu mudar-se para cá. Também viemos para Portugal para que algumas pessoas interessadas não se fossem embora, porque, para além de necessitarmos de gente para abrir a agência, também não poderíamos deixar o país desabitado. É claro que não faz muita diferença, mas assim continuarão a nascer crianças e tudo mais.
S: Interessante. *wow, acabámos de nos conhecer e ela já me deu a conhecer tantos detalhes sobre o trabalho da família* Já pensaste em participar, quando cresceres? É que és muito bonita.
E: Obrigada *ela soltou um sorriso firme para mim*.
S: E tiveste dificuldade em aprender português?
E: Não. Os meus avós paternos vivem cá e para além disso, tínhamos, e ainda temos, uma casa de férias no Algarve.
S: Ah ok então. *deixei passar uns 20 segundos de silêncio até que perguntei* Bom, vais nadar, aqui, na praia?
E: Ah não, daqui a bocado vou para o café trabalhar. Sou uma das empregadas de lá e entrei há relativamente pouco tempo. Achei que também seria bom eu ganhar algum dinheiro.
S: Sim sim.
E: E tu, tens algum trabalho de Verão?
S: Não, eu sou daqueles que prefere ficar em casa a ler, ver televisão ou ouvir músicas.
E: Ah ah, eu também era assim, quando ainda morava em Overijssel. Só que aqui, em Portugal, os verões são muito mais quentes.
S: Pois devem ser. Lá são temperaturas negativas, não são?
E: Nem por isso. Em Overijssel, as temperaturas rondam os 16/17 graus, mas haviam outras províncias muito frias!
S: Está bem... *deixei passar mais algum tempo até que perguntei* Olha, gostarias de ir ao café?
E: Sim, calha bem. Está quase na minha hora, também!
S: Boa! Assim posso comer de borla!
E: Ah ah, posso fazer-te um desconto, se quiseres?
S: E se eu não quiser?
E: Terás de pagar pelo preço normal! Desculpa, mas não há outra alternativa *disse ela, enquanto ria baixinho*.
S: Sendo assim, prefiro o desconto mesmo *disse eu, enquanto fazia o mesmo que ela*.

Dirigimo-nos até ao café enquanto conversávamos sobre assuntos irrelevantes para o Massensterben e também para a maior parte de vocês, aí do outro lado. A não ser que sejam uns fofoqueiros do pior, aí sim, adorariam estar comigo e com a Érica naquele momento.
Eu tinha um sentimento diferente com ela... apetecia-me beijá-la, abraçá-la, ficar agarrado ao pau grosso a ela para sempre... sentia-me confortado ao seu lado. Era como um anjo da guarda... mas no feminino.
Entretanto, na Noruega no café, sentei-me numa cadeira de uma mesa no lado de fora e aguardei pela Érica, com o café que eu pedi. Um tempo depois, ela chegou, com uma chávena e com uma lata de coca-cola. Ela sentou-se à minha frente e olhou para o lado direito, quando viu um homem a brincar com um cão, fazendo a brincadeira do disco. Ela comentou:

E: Não achas aquilo fantástico? Uma pessoa e um animal a divertirem-se juntos... é esplendoroso.
S: Gostas de animais, Érica?
E: Sim, muito. Já desde pequenina. E eu adoro homens que são amigos dos animais.
S: Ah, são os que fazem o teu estilo?
E: Sim.

Naquele momento, considerei em falar-lhe sobre o meu gosto por animais, mas achei melhor não dizer nada, não vá ela pensar que eu quero que ela seja minha... Espera, eu QUERO mesmo que ela seja minha, mas ainda é muito cedo para falar com ela sobre esses assuntos.

E: Bom, agora vou entrar no trabalho a sério.
S: Está bem, então vou-me embora.
E: Okay. Gostei de te conhecer, amanhã voltas à praia?
S: Sim, eu moro aqui perto.
E: Está bem, então até amanhã *ela estendeu a sua mão*
S: *apertei-lhe a mão, com muito gosto. Ela tinha uma mão macia, como se fosse feita de penas*. Bom, adeus. *sai, lentamente, enquanto a via com um avental cor de rosa e a segurar numa bandeja prateada, com os dois braços, junto aos peitos*.

Então, sai e fui para casa. Tive uma tarde fantástica, com uma rapariga de sonhos. Mas acho que devo procurar por conselhos, para já estar preparado para enfrentar qualquer desafio amoroso. Portanto, vou pedir ajuda aos meus pais, de certeza que poderei contar com eles.

Os meus pais já estavam em casa e decidi falar com o meu pai em primeiro lugar, visto que ambos somos homens. Ele estava a lavar os pratos, na cozinha, junto à banca da torneira e então, perguntei-lhe:

S: Pai?
P: Sim?
S: Tens uns minutinhos para mim?
P: Provavelmente. Do que precisas? *disse ele enquanto limpava as mãos a um pano amarelo*.
S: *não lhe posso dizer que estou apaixonado por alguém, pelo menos, por agora. terei que inventar...* Um amigo meu gosta de uma rapariga, mas não sabe como conquistá-la. O que poderei fazer para o ajudar?

P:
 *Aham, amigo, sei*. - pensou ele.
Bom, ele pode ir ter com a rapariga e dizer-lhe: "és boa como o milho e também te comia toda, sua espiga gostosa".
S: Pai, a sério!
P: Porque estás tão preocupado com o teu amigo? Ele também tem pais não tem?
S: *Bolas!* Ter tem, mas eles estão...na Finlândia!
P: Interessante...
S: Bom, como é que conheceste a mãe?
P: Foi há um bom tempo atrás, mas lembro-me como se tivesse sido há 3 segundos atrás, o tempo que necessito para me lembrar de algo. Bom, foi num dia em que eu estava no meu carro e parei à porta da casa dela, para beber um sumo. Quando ela apareceu, comecei a conversa, e ficámos a falar durante a tarde inteira. Depois, mais tarde, comecei a engatá-la com uns termos mais sexys e ela acabou por ficar toda derretida.
S: Entendo, então... obrigado pela ajuda, penso.

Dirigi-me até ao quarto dos pais, onde a minha mãe se encontrava. Ela estava a engomar umas roupas quaisquer. Eu perguntei-lhe:

S: Mãe, podes ajudar-me?
M: Sim, do que precisas?
S: Eu tenho um amigo que quer conquistar uma rapariga, mas não sabe como há-de agir. Como é que o pai te conquistou? Já agora, passa à frente da parte do carro e dos termos sexys.
M: Ah, sendo assim, vou continuar a engomar.
S: Porquê?
M: Porque foi exactamente dessa maneira que o teu pai me conquistou!
S: Oh, está bem então.

Fui-me embora e deixei o tempo correr... correr, correr. Entendi que não podia contar com a ajuda dos meus pais e o meu irmão ainda não estava em casa. Eu não pretendo adiar as coisas, portanto, amanhã, vou encher-me de coragem para convidar a Érica para sair! Tenho pensado! Boa noite!


Passou-se a noite, a manhã, uma parte da tarde, até às 16:30... sai de casa e fui até à praia, ao sítio do costume, marcado pela rocha serpentina. Vi a Érica e começámos a falar normalmente. Quando chegou a hora de ela ir para o trabalho...

S: Olha Érica...
E: Sim?
S: Eu queria que... *naquele momento eu estava bastante desconfortável*
E: Fala moço! Estás muito tenso, desembucha * disse ela, com um sorriso brilhante no rosto*.
S: Érica, eu queria saber se... tu querias sair comigo amanhã?
E: Bom, não sei se dá, porque eu já...

LIMITE DE CARACTERES CHEGOU AO LIMITE (really?)!

You know what, bitch? DIE!
O próximo capítulo virá amanhã ou depois ou ainda depois de depois de amanhã. Agora vou responder às perguntas do capítulo anterior mas o número de caracteres não tinha chegado ao limite?

Mas o que irá realmente acontecer? Já disse ali em cima
Será que a rapariga irá rejeitar a amizade de Samuel? Não mesmo
Será que poderão vir a ser amigos muito íntimos? Logo se vê
Ou até mesmo namorados? Logo se vê²
Será que o José encontrou um par para ir ver o concerto dos Sonata Arctica? Idk
Quantos episódios terá o One Piece? 666 x ∞
De que cor é o cavalo branco de Napoleão? ALCO ÍLIIIXXXX!!!
A história de Gef, o mangusto falante é verdadeira? Tanto como a awesomeness dos Milk Hunter. Nunca ouvi esses tipos, btw.

Tomem agora uma canção tão grande que parece que não tem limites, para vos compensar pelo facto da fic ter ficado a metade:

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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Sex Set 05, 2014 1:09 am

Quando o limite chega ao próprio limite a coisa fica séria.
Ahah, enfim, gostei deste capítulo, acho que até está mais fácil de entender que o outro! As moças das tuas fics românticas gostam sempre de animais, huh?
Oh bem, eu ri com os comentários rasurados e outras coisas que tais. Continua!!
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Sab Set 06, 2014 12:57 am

Pam Shindou escreveu:As moças das tuas fics românticas gostam sempre de animais, huh?!
Fica mais sexy.

Dis is da new continuacion:
<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu



<--- Raquel

 <-- Taio


Cenas do episódio anterior:

Moça: Olá! *moveu-se para o lado, sem nunca se levantar e colocou sua a mão aberta na rocha, como se estivesse a pedir para que eu me sentasse.*
Samuel: Olá... t..tudo be..bem? *disse eu, ainda de pé, na areia*
Moça: Sim. Vá lá, senta-te!
Samuel: Es..está bem *sentei-me, com alguma insegurança*
Moça: Como te chamas?
Samuel: <- E tu?
Moça: Sou a Érica.

-------------------------------------

E: Não achas aquilo fantástico? Uma pessoa e um animal a divertirem-se juntos... é esplendoroso.
S: Gostas de animais, Érica?
E: Sim, muito. Já desde pequenina. E eu adoro homens que são amigos dos animais.
S: Ah, são os que fazem o teu estilo?
E: Sim.

------------------------------------

S: Olha Érica...
E: Sim?
S: Eu queria que... *naquele momento eu estava bastante desconfortável*
E: Fala moço! Estás muito tenso, desembucha * disse ela, com um sorriso brilhante no rosto*.
S: Érica, eu queria saber se... tu querias sair comigo amanhã?
E: Bom, não sei se dá, porque eu já.........

*Música de abertura*:

Naquele momento, Samuel ficou com o coração a pular, como se tivesse visto um fantasma japonês. As palavras da Érica pareciam não ter continuação naquela altura e Samuel já esperava receber uma notícia má.....

E: ....tenho um compromisso amanhã....
S: Hmmm... deixa-me adivinhar, um encontro com o namorado? *disse ele para ver a reação da moça*.

E: Namorado? *começou a rir* Não Samuel, eu não namoro! É outro compromisso!
S: Wow...ok *suspirou de alívio*. Então, o que se passa?
E: É que eu tenho uma consulta amanhã, na parte da tarde.
S: Se quisermos podemos adiar para a noite.
E: É, até dava. Gosto da tua ideia, até podemos ir à discoteca e tudo!
S: Sim sim, mas onde é que nos encontramos?
E: Aqui mesmo! Então, espero por ti aqui, amanhã às 22:00, pode ser?
S: Ok então.

Entretanto, eles trocaram contactos e tudo mais...
E vocês ainda estão a pensar na frase "Samuel já esperava receber uma notícia má"? Pensam que não
é uma notícia má? Então imaginem, se um terrorista aparece ali por perto e deixa uma bomba na clínica? Isso é muito perigoso! Aliás, tudo é perigosos, nessas e noutras condições. Todo o cuidado é pouco! Bem diz o ditado, "o seguro morreu de velho morreu foi de tédio".
Bom, muitas horas depois, Samuel e Érica encontraram-se no local prometido. Eis que começaram o diálogo de xaxa do "oi, como estás" e wtv. Mas, pouco tempo depois, começaram a andar, em direção à discoteca e Érica diz a Samuel:

E: Consegues ouvir este som?
S: Sim, se daqui já dá para ouvir bem, imagina lá dentro.
E: Pois. Se fosse outro estilo de música não me importava.
S: De que estilos gostas?
E: Gosto dos mais extremos mesmo.
S: Que tipo de "extremos"?
E: Black metal, Death Metal e metal gótico.
S: *morde os lábios. Acontece que o Samuel não é grande fã de música metálica, nem mesmo de alguns dos mais calmos, então os mais violentos, de certeza que ele não iria gostar nem um bocadinho.*
E: Que se passa?
S: É que eu não ligo muito a esses estilos.
E: Antes eu também não ligava muito, mas comecei a ouvir mais bandas e agora sou uma grande fá. Devias experimentar.
S: Isso são coisas para o meu irmão, ele é que gosta de música desse género. Eu gosto mais de Rock, Soul e Punk.
E: Bem, tu é que sabes!
S: Sim, sim...

Naquele momento, Samuel sentiu-se desconfortável. Não conseguia meter na cabeça que a rapariga que amava gostava de géneros musicais totalmente intocáveis para ele. Eis que entram na discoteca, um local iluminado por várias mini lanternas que emitiam luzes em direção a uma bola de espelhos, que fazia feitios luminosos engraçados em tudo à sua volta. Não havia nenhum único espaço da discoteca com escuridão, nem mesmo os cantos extremos.
Então, Érica e Samuel sentaram-se numas cadeiras altas de um único suporte, à frente de um balcão, onde se vendiam as mais diversificadas bebidas. Enquanto Érica pediu um shot de gelatina, Samuel contentou-se com uma coca-cola.

S: O que é isso, Érica?
E: É um shot de gelatina! *apresenta a Samuel um copo de plástico com um liquido azul lá dentro.*
Queres provar?

Tinha um aspecto apetitoso, mas Samuel sabia que era uma bebida alcoólica e dispensou o pedido.

S: Não, não estou para aí virado.
E: Tu é que sabes.
S: Costumas beber coisas assim?
E: Na verdade, é a primeira vez que bebo um shot. Uma bebida alcoólica, para ser mais precisa. Mas eu não sou de vícios, portanto, penso que não irei ficar dependente disto.
S: Mas é assim que eles começam.
E: Acredita em mim rapaz!
S: Ok... *Samuel pensou: músicas barulhentas, bebidas alcoólicas... a sua visão da rapariga de sonhos estava a desvanecer-se aos poucos. De certeza que Samuel fez a escolha certa? Eis que ele olha para trás e vê:





Não, não foi isto o que ele viu. O que ele viu foi uma rapariga, também de cabelos negros, pele branca e olhos verdes, assim como a Érica. Só que o cabelo dessa rapariga era mais curto que o da Érica e tinha várias tatuagens pelo corpo. Eis que algo lhe toca no ombro...*

S: Han,... sim?
E: Olha Samuel, eu vou dançar para junto daquelas raparigas, está bem?
S: Sim, tudo bem então.
E: *Pegou nas suas coisas e foi para o grupo das moças*.

Samuel finalmente estava livre de Érica para poder ir conversar com a outra rapariga que viu, junto ao balcão... Então, ele lá foi. Dirigiu-se a ela, sentou-se no banco ao lado e pede (novamente, mas não "novamente", vocês já verão porquê) um shot de gelatina, tal como o que a Érica tinha pedido. A cor era a mesma e tudo. Ele não tinha intenção de beber o que tinha pedido, foi apenas para parecer phoda/cool/óssome/SWAGger (este apenas para os parvos que estão a ler isto)/gr8/n1ce/tah boss à frente da moça. Eis que ele começa a conversa:

S: Então lindeza, como é que andas?
?: Eu ando com as duas pernas, ah ah.
S: E são bem sensuais, por noção.
?. Tu és um engatatão, não és?
S: Apenas quando estou perto de algum estimulador para tal.
?: Muito bem. Eu sou a Raquel!
S: Sou o Samuel.
R: Gosto do teu estilo. Deves ser um fã de rock, né?
S: Rock, Soul e Punk, os três grandes, na minha opinião.
R: Ah, boa, também sou fã do Punk, como podes ver, pelo meu estilo.
S: Sim. *Samuel pensa: começo a gostar desta gaja. ela gosta dos mesmos estilos musicais que eu e aparentemente, não bebe álcool (ele notou isso, quando a viu com uma garrafa de água na mão)*.
R: É a primeira vez que apareces numa discoteca?
S: Nesta sim.
R: Então, como é que chegaste cá?
S: Well, convidei uma rapariga para sair e pronto, cá estou eu.
R: És muito rápido, hein?
S: Sou sou.
R: E onde está essa tua amiga?
S: Está ali *aponta para o local com o polegar da mão esquerda*, junto com umas raparigas que acabou de conhecer. Eu antes gostava dela, mas vi que não faz mesmo o meu género.
R: Porque é que dizes isso?
S: Bom, nem temos os mesmos gostos musicais, ela é fã de Metal Extremo e barulheira, aparentemente e eu não gosto muito disso. Além do mais ela está completamente bêbada, por causa das bebidas que ingeriu...
R: E agora, deixaste de gostar dela por causa disso?
S: Oh, tu farias o mesmo.
R: *dá um estalo ao Samuel, que pouco ecoou na discoteca, devido ao alto som da música*.
S: *abana a cabeça e pergunta, irritado* Estás parva ou quê?
R: Eu estou no meu estado normal. Isso pergunto-te eu.
S: Com que propósito?
R: Se tu gostasses realmente dela não te importarias com isso. Se ela bebe álcool e gosta de barulheira, isso é assunto dela. Ela já bebe há muito tempo?
S: Na verdade começou hoje.
R: Ainda por cima. Deixa-a fazer o que quer, aproveitar a sua vida, afinal é a sua primeira vez no mundo das bebidas alcoólicas! Como eu costumo dizer, aproveita a vida, só vives uma vez.
?: Na realidade, os humanos não sabem se já viveram no corpo de outros seres. É a isso que se chama de "vida passada". Há quem diga que os humanos podem ter reencarnado a partir de um animal!
R: *vira-se para Samuel e murmura baixinho:* Este deve ter reencarnado de uma gralha.
S: *abana positivamente a cabeça*.
?: Ou seja, ninguém sabe de onde é que os humanos realmente vieram. Há quem acredite na evolução..

Eis que aparece um tipo aleatório que diz: "POKÉMON!" e sai de seguida.

?: ...mas a reencarnação existe! A dupla personalidade nas pessoas é, na verdade, efeito da intrusão da alma de um humano num corpo já domado por um espírito, que possivelmente, veio de outra pessoa. Almas no Céu não faltam, e servem para todos os bebés acabados de nascer ou para possuir uma pessoa, para fins benéficos ou maléficos.
R: E tu quem és, querido?
?. Eu sou o Taio.
S: Taio?
T: Evidentemente que sim, bacano.
S: Bacano?
T: Ya men, camarada, malta, niggaz, percebes?
S: Não muito.
R: Adiante: Samuel, vai ter com a tua moça, engata-a enquanto ela ainda está bêbada e sê feliz com ela. *olha para a Érica* É uma rapariga linda, aproveita. Como eu já disse, tu só vives uma vez!
S: Está bem. *levanta-se* Então vou-me. Obrigado por me fazeres recuperar a confiança na Érica com tantas poucas palavras.
R: Na boa. Vá força!
S: *Sai e faz um thumb up*.
T: Quanto à conversa de à bocado: Isto da vida é um assunto muito delicado. Dependendo do ambiente em que estiveres, podes tornar-te imortal ou alternativamente, reproduzires-te. Podes até mesmo estar em dois ambientes ao mesmo tempo e...



R: Sim, é isso tudo.

Samuel dirige-se até Érica e mentaliza-se de que lhe vai contar tudo o que sente. Ele já tinha visto em filmes que, é nas discotecas, quando as pessoas estão bêbadas que o "primeiro queijo beijo" acontece. Então, ele lá foi, pega nas mãos da Érica suavemente e diz-lhe:

S: Érica, eu... eu gosto de ti!
E: *Não responde com palavras. Mas sim com gestos. Coloca os seus braços à volta do pescoço de Samuel e esgana-o até à morte aproxima-se dele, docemente e beija-o nos lábios, com força.

Por um momento, parecia que o tempo tinha parado...

T: Isso é impossível porque o tempo é a única coisa que existe à nossa volta, que dá origem a tudo, tal como a formação de massa das células, para formar uma pequena semente, que se tornará numa enorme sequóia, dentro de alguns anos. O tempo é a única unidade de medida existente, não existem letras nem números... Tudo isso foi criado com a intenção para que os humanos o entendam facilmente. No entanto, se este conhecimento for divulgado pela humanidade inteira, a única coisa que traria, seria violência e caos, porque o ser humano é muito conflituoso.

E foi com o discurso intenso e filosófico do Taio que o DJ decidiu colocar uma melodia com uma duração semelhante. E cá está ela:



Última edição por Massensterben em Sab Set 06, 2014 8:21 pm, editado 1 vez(es) (Razão : word trade center)
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Sab Set 06, 2014 8:07 pm

AHAHAH este aqui está ótimo xD

"na parte da parte"
^ Mas o que raio é isto rapaz??
Anyway, isto está a ficar interessante, não estava à espera que ele e a fulana tivessem interesses diferentes, isso é ótimo. Além disso, aquela discoteca é um local muito mal-frequentado, só malucos tsk.
Isto só ficava mesmo melhor se as cenas rasuradas realmente entrassem no contexto da história lol. É tudo por enquanto, continua~
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Dom Set 07, 2014 1:40 am

se algumas frases não fossem rasuradas o texto ficava lôco de todo lololol
quarta parte:

<--- Façam de conta que este é o Samuel

 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu


 <--- Gaybriel

Após uma grande noite para o recém-casal, surgiu um dia (a sério?), que aparentava ser mais calmo que o anterior. Tudo começa no bar onde a Érica trabalha. O Samuel apareceu lá, na parte de fora, com uns óculos-de-sol e um chapéu de cowboy e a ler uma revista, como se nada fosse. No entanto, o disfarce não serviu de nada, pois a Érica reconheceu-o logo. Ela caminhou até à mesa onde ele estava e começou a falar:

E: Bom dia senhor, o que deseja?
S: Uma sandes de elefante, se faz favor.
E: Desculpe, mas não temos pão.
S: Oh, não faz mal. Posso pedi-la a si?
E: Of course *disse ela com um sotaque britânico, enquanto se sentava na cadeira à frente do Samuel*.
S: *Tira os seus óculos e diz* Então, Érica, tudo bem?
E: Sim sim. É o "tal", que queres?
S: Sim, pode ser.

A Érica levanta-se da cadeira, ausenta-se durante um tempo e depois volta. Ela trazia consigo um cappuchino, junto com uma garrafa de água. Depois volta a sentar-se. Naquela tarde, não havia muito movimento, o bar estava quase deserto.

E: Pronto, aqui está. Fica na conta da casa, ah ah.
S: Muito obrigado. Já é mais um lugar para a lista.
E: Que lista?
S: A lista de locais onde como de borla. Em minha casa, num restaurante qualquer e no bar da minha namorada.
E: Mas antes de comeres de borla no restaurante, alguém terá que pagar *disse ela, terminando com um risinho baixo. Depois, ela diz:* Já agora..."da minha namorada"?
S: Hum? Não te lembras?
E: Do quê?
S: *Ficou assustado e pensou no que ia dizer... eis que começou* É que ontem nós estávamos meio bêbados e beijámo-nos nos lábios...
E: A sério? Beijámo-nos?
S: Sim, Érica, é verdade!!!
E: *Começou a rir e disse* Eu sei! Eu queria apenas a ver qual era a tua reação.
S: Sua sacaninha!
E: Ah ah. Bom, eu precisava da tua ajuda.
S: Para quê?
E: É que daqui a dois dias vou-me reunir com umas amigas minhas para tocarmos num concurso local.
S: A sério? O que vais tocar, já decidiste?
E: Eu toco qualquer coisa. Tens algum instrumento em casa, que me possa ser útil?
S: Tenho um baixo, mas não pretendo ser nenhum músico, uso-o apenas para o meter entre as nalgas "brincar".
E: Ok, então depois podes trazer-mo?
S: Tudo bem. Mas então e o resto do pessoal? Dois dias é pouco tempo.
E: Não te preocupes, vai tudo correr bem, porque já temos experiência nesse assunto há já algum tempo.
S: Ainda bem. Imagino, deves ficar mesmo sexy a tocar.
E: *risos altos* Pois devo, ah ah.

Dois dias depois, lá para as 21 horas, começaram os concertos. Alguns tocavam bem, outros pareciam guaxinins num balde de lixo... havia de tudo. Entretanto, chegou a hora do grupo da Érica começar a tocar. A banda dela tinha músicas um bocado assustadoras e psicóticas e algumas pessoas presentes até ficaram na dúvida, se deviam continuar no local ou se deviam ir-se embora. O Samuel não era o maior fã do género, mas gostou de ver a Érica no palco, a dar que falar.
Eis que um rapaz se aproxima de Samuel e diz-lhe:

?: Oi!
S: *não reconheceu a voz e virou a cabeça para os dois lados até que viu um moço e acenou-lhe e disse um "Boas"*.
?: Como te chamas?
S: Samuel.
?: Eu sou o Gabriel.

Samuel sentia-se um bocado incomodado com a presença de Gabriel, embora não entendesse o porquê disso. Porém, continuaram a falar, até que Gabriel interviu:

G: Então, namoras?
S: Eh.. sim sim, com aquela rapariga de cabelos negros com o baixo, ali no palco *aponta para a Érica com o dedo indicador*.
G: *fez uma cara de mau discreta e disse* Vocês costumam encontrar-se por aí?
S: Sim sim, num bar onde ela trabalha como empregada de mesa.
G: *considerou em perguntar qual era o bar, mas pensou que iria acabar com a sua discrição e terminou com um:* Ok, então.

Eis que o concerto da banda da Érica acabou e todas as integrantes sairam para perto da entrada ao local e despediram-se. Depois, a Érica dirigiu-se ao Samuel, com um grande sorriso na cara.

S: Boas, Érica, estiveste muito bem!
E: 'Brigada! Dei o meu melhor!
S: *vira-se para o Gabriel e diz à Érica: Este é o Gabriel.
E: Olá *acena-lhe com a mão direita e faz um sorriso*.
G: Oi *limita-se a fazer o mesmo que a moça*.

Depois, Érica insistiu para que o Samuel fosse dar uma volta com ela, à rua, afirmando que "com a noite que está, seria um desperdício não a aproveitar com um passeio romântico". Então, eles saíram e despediram-se do Gabriel. Quando lhe viraram as costas, Gabriel lançou um olhar "stalk" para o Samuel.
Durante o passeio, fizeram coisas que um casal faz. Não vou enumerá-las porque não sei mesmo o que um casal faz, porque ainda sou solteiro. Caso vocês saibam o que um casal faz, cliquem aqui para darem uma resposta directa à fan fic.
No dia seguinte, Samuel dirige-se novamente ao bar onde a Érica trabalha e encontra, inesperadamente, o Gabriel à entrada do bar. Ele não desconfia nem nada, simplesmente pensou que fosse uma coincidência. No entanto, o Gabriel não apareceu no bar ocasionalmente. Já era obra do intestino destino.

S: *dirige-se a Gabriel e diz* Oi!
G: Olá. Samuel, tenho uma coisa para te dar.
S: O quê? *olha para baixo e repara num saco branco que ele trazia na mão esquerda*.
G: *Levanta o saco que o Samuel estava a olhar e tira de lá rosas. Rosas vermelhas* Toma.
S: *Fica do tipo "wtf?"* Para mim?
G: Sim sim. Vim aqui para te dar isto. Agora adeus...
S: X-xau...? *olha outra vez para as flores, para conferir se não viu mal.. mas não, eram mesmo rosas. Eis que ele se dirige até à Érica.*
E: Olá Samuel!
S: Oi...
E: Porque tens aí rosas?
S: Oh.. deram-mas.
E: Deram-tas?
S: Sim.
E: *faz um olhar desconfiado* Tu andas a trair-me?
S: *começa a rir* Eu? A trair-te? Olha para mim, sou um branquelas magriçelas loirinho com uma fita no cabelo! Que outra pessoa iria gostar de mim para além de ti, Érica? E em tão pouco tempo? Se quiseres podes revistar-me, confere, se eu cheiro a perfume feminino, ou se tenho algum contacto novo no telemóvel *tira o telemóvel do bolso e dá à Érica.* Ou até podes perguntar às pessoas, se foi ou não um gajo que me deu as flores.
E: *olha para o telemóvel, mas sem tocar nele, sempre com as mãos nas ancas, e diz* Bom, tu estás muito confiante, portanto acredito em ti. Quando os homens querem esconder algo das mulheres arranjam sempre argumentos estúpidos e nunca põem o mais óbvio à prova da parceira.
S: Então, acreditas em mim?
E: Sim. *sorri lentamente*.
S: Ainda bem.
E: *vira-se de costas, mas, repentinamente, gira outra vez para Samuel e pergunta-lhe* Tu, por acaso...
S: *interrompe* Não.
E: Seu mentiroso!!! Tem cheiro!
S: *agacha-se e abraça as pernas da Érica, encosta a cabeça nos joelhos dela e diz:* Érica, eu juro, eu nunca faria isso! Eu amo-te muito!!!
E: Hã? Não é isso! Não me deixaste acabar a frase! Eu queria perguntar-te se tinhas uma chiclete a mais.
S: Ahh! *ele estava a mascar uma chiclete" Tenho, tenho, mas são só de morango,
E: Eu gosto dessas, pode ser.
S: *levanta-se e tira do bolso uma caixa de pastilhas elásticas, tira uma e dá à Érica.*
E: Obrigada *mete a chiclete na boca e pergunta:* No que é que pensaste que eu te estava a dizer?
S: Pensei que tivesses voltado àquela ideia da traição ou que te tivesses lembrado daquilo do moço que me deu as rosas.
E: Ah, ok. *vira-se novamente de costas para o Samuel e começa a andar. Rapidamente, volta a girar*
S: Não *disse ele antes de uma possível pergunta da Érica que o Samuel já estava a pensar em receber*
E: Nâo foi um homem que te deu as rosas?
S: Ah, foi sim.
E: Por acaso és...sabes...homo?
S: Se eu fosse homo, não te faria isto *levanta a mão esquerda e toca num seio da Érica*. Gostas?
E: Sim, por acaso, até é bom. Mas, quem é que te deu as rosas?
S: Foi o Gabriel, aquele moço de ontem.
E: Mas tu já o conhecias?
S: Não, foi mesmo ontem que o conheci.
E: Bom, se calhar ele gosta de ti, já pensaste nisso?
S: Wut? A sério?
E: Sim. O que vais fazer?
S: Não faço ideia, se calhar vou precisar da tua ajuda.
E: Ok. Mas, antes disso...Samuel... tira a mão da minha xuxa.
S: Ah, tá, distraí-me. É que sabe tão bem.
E: Deve ser mesmo, agora vem comigo, lá para dentro, para combinarmos qualquer coisa.

Eles entram no bar e sentam-se junto um do outro, para planearem, em conjunto, uma maneira de fazer com que o Gabriel desista do Samuel. As ideias de ambos estavam a misturar-se e a causar conflitos, mas, acabaram por chegar a um consenso, muito simples, na verdade.
Tudo começou no dia seguinte... Samuel voltou a aparecer no bar da Érica e encontrou lá o Gabriel (ele já estava à espera disso). Então, antes atravessar a estrada para entrar no bar, Samuel deu um toque à Érica para ela sair, mas, pelo outro lado do edifício, que daria acesso a um caminho que dava até ao outro lado da estrada, onde o Samuel estava. Então, ela disse a uma colega sua, à Jessica, que se iria ausentar durante um bocadinho. Ela lá foi, saiu, andou, correu, respirou, olhou, ouviu, bateu (o coração), transpirou, conspirou, voltou a andar e coiso. Chegou até ao Samuel. Já estava planeado o seguinte:
A Érica começar a correr rapidamente até ao Samuel para este a abraçar e para depois se beijarem, à frente do Gabriel. Mas imaginem se o Samuel encontrasse uma moeda no chão, se dobrasse e a Érica caísse em cima dele? Seria hilário. Mas não, correu tudo como planeado. Só que o Samuel não evitou em passar um lenço pela boca após ter beijado a Érica, porque ela estava toda suada.
O Gabriel viu, do outro lado e passou pela rua e foi ter com os outros dois.

G: Desculpem por vos estar a incomodar, mas...
S: Gabriel, eu não gosto de ti por amor, apenas como amigo! Eu sou hetero e já namoro com a Érica e amo-a muito! Isso é algo que eu nunca irei mudar, haja o que hajar!!!
Eu: lol para esta última frase depois da vírgula.
G: Hãã? O que é que estás para aí a dizer? Eu não sou homo!
S: Então para que eram as flores?
G: As flores eram para o teu irmão...
E: *murmura para o Samuel* Ainda diz que não é homo...
G: ...A PEDIDO da minha irmã.
E: Ups.
G: Sim. A minha irmã gosta do teu irmão. Ela já o viu muitas vezes mas nunca teve coragem para falar com ele, por isso, mandou-me dar-te flores, para tu dares ao teu irmão, porque eu sei que ele não iria aceitar de um estranho, mas de ti, talvez pudesse.
S: Mas iria dar tudo ao mesmo, não?
G: Não! Ele não aceitaria se EU lhe desse as rosas a pedido da minha irmã. Idem aspas se fosse ela a fazê-lo, porque eu sei que ele teve aquele problema de relacionamento. Mas, como tu és o irmão, ele poderia considerar em aceitar as flores! Não leste o cartão?
S: Que cartão?
G: Já tenho a resposta.
E: Eu guardei as flores no bar. Eu posso lá ir buscá-las.
G: Sim, faz isso, se faz favor.
E: Tudo bem *segue em direcção ao bar. Pouco tempo depois ela volta e diz o que está no cartão, que estava amarrado com um cordel a uma das flores:* De: Miriam, Para: José.
S: Como no natal!
G: Exactamente para os dois. Pronto, é isso. Só precisas de dar as flores ao teu irmão e se tiveres dúvidas, falas comigo, eu vivo no rés-do-chão daquele prédio junto ao bar *aponta com o dedo*.
S: Está bem então.
G: Então, vou-me, adeus pessoal!
S/E: Tchau!
E: Bom, ao que parece, isto foi tudo um mal entendido.
S: E de que maneira.
Eu: Sexo.

Aqui está a minha canção gay favorita:
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Seg Set 08, 2014 12:46 am

<--- Façam de conta que este é o Samuel
 <--- E esta é a Érica.

<--- Eu

 <--- Gaybriel

 <--- Imaginem que este é o José

 <--- Miriam

<--- Varg Vikernes

Após aquele mal-entendido que ocorreu no capítulo anterior, o Samuel voltou a casa com o ramo das flores e procurou pelo seu irmão, o José. Ele estava no seu quarto, deitado na cama, mas não estava a dormir. O Samuel entrou no quarto do seu irmão, tirou uma flor do bouquet e atirou-a para cima dele. O José assusta-se e levanta-se, rapidamente...

J: Mas o que foi isto?
S: Apanhei-te!
J: Porque me mandaste esta flor? Já agora, porque é que estás com um ramo de flores?
S: Ah, são para ti.
J: Oh *levanta-se da cama e dirige-se ao irmão* Não precisavas de te ter incomodado!
S: Estas flores são para ti, mas não vieram de mim.
J: Wut do u mean?
S: Oh, são de uma rapariga que parece estar interessada em ti.
J: Samuel, eu já te disse, mais do que 6836 vezes, que não estou interessado em nenhuma rapariga neste mundo!
S: Vá lá, não sejas casmurro. Aceita, ela deve ser uma querida.
J: Tu conhece-la?
S: Não, mas conheço o irmão dela. Foi ele que me deu as flores, a pedido da irmã.
J: Como sabes que não é ele que te ama?
S: Eu e ele já falámos sobre isso e eu acreditei nisso, mas não passou de um mal-entendo. É uma longa história.
J: Pena que eu adoro longas histórias.
S: Vai ler o capítulo de ontem, na parte final, aparece tudo esclarecido.
J: Está bem. *vai até à secretária onde tem o seu computador, abre-o e liga a Internet.*

Um tempo depois...

J: Prontz.
S: Já leste?
J: Sim, e melhor, encontrei uma maneira de aumentar o meu pénis 50 centímetros!
S: Interessantíssimo. Mas porque é que vais precisar dele se não te queres envolver com nenhuma mulher?
J: Fica só pela estética.
S: Estética? A sério? Não sabias arranjar outra desculpa mais barata? Afirma de uma vez que estás interessado na Miriam!
J: Quem é essa?
S: É a irmã do Gabriel.
J: Quem é esse?
S: Deixa-me perguntar-te: tu por acaso leste a fan fic?
J: Ups... sorry, lembrei-me de ir procurar uma coisa à Bulbapédia, em primeiro lugar.
S: *Facepalm*. Bom, aquilo que tu sofreste foi apenas UMA traição, não foste traído mais do que 30 vezes! Porque se isso acontecesse, também terias que ser um grande totó.
J: Para evitar esses insultos e ser traído possivelmente mais 29 vezes, decidi que não me iria envolver com mais nenhuma outra mulher. Capiche?
S: Não, não "capiche". A sério José, nem é assim tão difícil conquistar uma mulher!
Eu: Fala por ti.
Tó: Mesmo.
Alex: Exactamente.
Varg Vikernes: BURN ALL THE WOMEN!!!
J: Quem são estes?
S: Oh, são uns amigos meus, de infância. Varg, pára de querer queimar as flores do Samuel!
J: Não, não. Alias, continua, continua até só restarem cinzas.
S: Sabes que isso vai prejudicar a tua cama, não sabes?
J: Desde que eu deixe de sentir o perfume das rosas, tudo bem.

Na noite seguinte...
O Samuel estava a dormir no seu quarto, quando ouve um "knock knock". Ele levanta-se e vai abrir a porta. Era o José.

S: Do que é que precisas?
J: De uma cama. A minha ardeu, lembras-te?
S: Claro que me lembro. Junto com as pobres das rosas.
J: Isso não me interessa.
S: Sabes que proto-partiste o coração de uma rapariga que gosta de ti?
J: A outra também o fez e não quis saber de mim para mais nada.
S: Mas a Miriam não é "a outra"!
J: Tu nem a conheces!
S: Pronto ganhaste *pensa: não não ganhaste, eu vou fazer-te mudar de ideias, MAUAMAUAMU!!!*
J: Posso dormir contigo?
S: Claro que não! Nós não cabemos na mesma cama.
J: Sabes que dormes um beliche, não sabes?
S: Durmo? *olha para a cama* Pois durmo. É que a parte de cima fica vazia durante cerca de 365 dias por ano, por isso é que nem noto dela às vezes.
J: Pronto, eu vou lá para cima *começa a andar em direção à cama e sobe as escadas para a parte de cima*.
S: *faz o mesmo, só que na de baixo*. Boa noite.
J: Boa noite.
S: Sonhos com a Miriam.
J: Sonhos com o fantasma idoso.
S: Já não durmo.

Hey gente! Sou eu, o Samuel (dentro de uma tenda escura, com uma vela na mão esquerda). Vou contar-vos uma experiência que tive, há muitos anos atrás.
Eu queria ir à casa-de-banho e levantei-me lentamente. Andei, andei até que começou a vir um vento frio. Eu desconfiei, porque as janelas estavam todas fechadas. Então, eu olhei para a frente e vi uma fumaça branca que se estava a materializar! Tornou-se numa silhueta horrível, parecia uma mulher idosa, muito alta, com um vestido comprido, até aos pés. Era esquelética e tinha uma cara horrenda, que olhava para mim. Não tinha um olho e o seu cabelo estava todo despenteado. Eu fiquei cheio de medo e comecei a chorar e a gritar muito alto. E ela parecia estar a gostar, visto que ria, ao que parecia, às gargalhadas. Quando o meu pai acendeu a luz, ela desapareceu rapidamente.
Nunca mais nada do género voltou a ocorrer. E digo-vos mais: Durante todos os 16 anos da minha vida, esta foi a experiência mais assustadora que já alguma vez tive. E não quero voltar a repeti-la...


No dia seguinte, o Samuel saiu e foi ao bar da Érica. Ele estava com grandes olheiras e muito pálido. A Érica, quando o viu, até se assustou.

E: Então, Samuel, o que se passou? Viste um fant...
S: Não digas!
E: Eu ia dizer "fantoche"! É que, eu desde pequena que tenho medo de alguns fantoches e costumo associar a minha fobia a muita gente, embora não seja o mais correcto a fazer.
S: Ah, ok então.
E: Tiveste uma má noite?
S: Se tive!
E: Eu vou-te buscar um cafézinho, para ver se acordas de uma vez!
S: Tá.

Poucos segundos depois, a Érica volta com uma chávena com café lá dentro e senta-se na mesa do costume, à frente do Samuel.

E: Toma.
S: Obrigado.
E: Então, o teu irmão gostou das flores?
S: Nem por isso. Na verdade, ele não quer aceitar a Miriam, nem nenhuma outra mulher na sua vida.
E: Mas o que se passou para ele ficar assim, afinal?
S: Ele foi traído por uma rapariga com que namorou durante dois anos. Isto já foi há algum tempo e a partir daí, ele adoptou uma certa misoginia.
E: Ah, compreendo. Mas acho que ele devia dar uma oportunidade à Miriam. Mesmo que não a quisesse como namorada, podia fazer-lhe bem.
S: Pois, mas ele é daquelas pessoas que, quando mete algo na cabeça, leva-o até ao fim. Achas que devíamos ir à casa do Gabriel, para conhecermos a Miriam e tudo mais?
E: Sim, sim, mas ainda tenho que ficar cá durante algum tempo.
S: Não faz mal. Não há nada melhor do que ver a namorada a trabalhar,
E: Ah ah, seu malvado!

Mais tarde, quando o turno da Érica terminou, ela e o Samuel foram à casa do Gabriel, Eles foram ao prédio indicado por ele e sabiam que ele morava no rés-do-chão. Só que haviam três portas. uma delas estava com um aspecto miserável, enquanto que as outras duas, localizadas uma ao lado da outra, estavam em bom estado. No entanto, tocaram à campainha e não estava lá ninguém. O Gabriel morava naquele bloquinho guardado por uma porta inútil da idade da pedra.
Então, o Samuel e a Érica entraram na casa e o Gabriel apresentou-lhes a Miriam. Era uma rapariga muito bonita, tinha cabelos amarrados e loiros, misturados com negro, com olhos azuis e um corpo atraente.

G: Então Samuel, o teu irmão gostou das flores.
S: Bom, ele disse que não estava interessado na Miriam nem em nenhuma outra mulher no mundo. Entretanto, o Massensterben apareceu com a sua malta. Lá estava o Varg Vikernes que queimou as flores, junto com a cama do José.
G: Esse Massensterben deve ser um pacóvio mesmo, apenas pelo fato de andar com gente assim.
Eu: Queres que eu te mostre o meu poder?
G: Mostra lá! *disse ele num tom provocante*
Eu: *puxo-lhe as cuecas até à cabeça e desapareço rapidamente*
G: Ui!!!
S: Gente, se não se importarem, gostaria de falar a sós com a Miriam durante um tempo, está bem?
G/E: Tá *vão para a cozinha*.
G: Queres um waffle colorido?
E: Tens waffles azuis?
G: Sim.
E: Então pode ser um desses.

Voltando à sala...

S: Bom, acontece que o meu irmão foi traído por uma rapariga com que namorou durante dois anos e a partir daí, ele ficou totalmente desinteressado em qualquer mulher.
M: Mas ele conhece-me?
S: Não sei, talvez já te tenha visto casualmente, a passar pela rua ou algo do género.
M: Posso saber como é que conquistaste a Érica?
S: Isso foi um acontecimento que ocorreu inesperadamente numa discoteca, nem nos declaramos nem nada.
M: Ok então. Mas sabes de algum sítio onde o teu irmão costuma ir?
S: Sim, ele costuma andar pelo centro comercial, aquele que está aqui perto.
M: Ah sim, já sei qual é. E a localização específica, sabes?
S: Isso não.
M: Está bem então. Obrigada pela ajuda.

Entretanto, na cozinha...

E: Estes waffles azuis são mesmo bons.
G: São, não são?
E: Acho que devíamos ir à net fazer uma pesquisa mais aprofundada acerca dos waffles azuis.
G: Sim, anda lá em cima, o computador está lá.

Eles vão.

E: Então pesquisa: blue waffles. Em inglês deves obter mais resultados.
G: Sim. Aqui está, blue waffles. Vou clikar aqui neste primeiro link.
E: Sim sim.... OMG O QUE É ISSO?
G: WOOOA, QUE HORROR!!!
E: *fica enjoada e vai à casa de banho*.
G: *não aguenta ir até à casa de banho, abre a janela e vomita lá para baixo. Depois, ele vira-se e desliga o computador, com um lápis, no botão, à distância*

Então, a Érica e o Samuel saíram. A Érica estava muito estranha e o Samuel até contou como ela estava parecida consigo, quando chegou ao bar. A Érica disse que não queria falar no assunto, senão, sairiam alguns líquidos pela sua boca, enquanto ela tentava fazê-lo.
Mais tarde, o Samuel chega a casa e fala com o seu irmão sobre a Miriam. Disse-lhe que era uma rapariga linda, simpática e que estava muito interessada nele. O José insiste em não a querer na sua vida e põe um ponto final no assunto... isto é o que ele julga, porque o que ele colocou foi uma vírgula, sem querer a sua aventura ainda agora tinha chegado à parte final...
No dia seguinte, ele foi ao tal centro comercial e sem notar, cruzou-se com a Miriam, que foi lá propositadamente. O José ainda não tinha ideia de quem ela era. Até que...

M: Olha, rapaz?
J: Eu?
M: Sim.
J: Do que precisas?
M: Eu.. eu sou a Miriam.
J: De certo que já sabes qual é o meu nome. Ouve, eu não estou interessado em nenhuma mulher e nunca irei estar, percebes?
M: Eu já sei o que é que te aconteceu. O teu irmão contou-me. Mas podes confiar em mim, eu nunca te irei trair, eu juro! Eu gosto de ti desde o primeiro dia que te vi e estás sempre no meu pensamento!
J: Pronto, eu acredito no facto de dizeres que não me irias trair ou algo do tipo. Mas como é que eu posso ficar a gostar de ti se nunca comunicámos antes?
M: Não precisamos de nos comunicar... *agarra-se ao José e beija-o nos lábios fortemente*.
J: *cede e abraça a Miriam*.

Por trás dos cartazes das lojas, estava o Samuel, a espionar...

Bom, tudo acabou bem. Vocês ficaram felizes com o fim da história? Ficaram mesmo? Eu não. Enquanto aqueles totós se beijam, milhares de pessoas no mundo morrem, de fome, devido à guerra ou de suicidio. Tendo isto em conta, nunca devemos ficar felizes, porque acontecimentos horríveis já referidos acontecem a toda a hora. É o mundo em que vivemos.
Agora vou deixar uma canção que irá deprimir-vos a vocês todos, não por ser tiste, mas sim pela qualidade musical. Terrível:





Última edição por Massensterben em Ter Set 09, 2014 4:36 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Ter Set 09, 2014 3:36 pm

LOLOLOLOL OMG (chego aqui e tenho dois capítulos para ler, o que dá não vir por dois dias...)
Opá, eu ri. Esta fic tem coisas tão aleatórias pelo meio, cada vez faz menos sentido. Anyway Nessie, tu denunciaste a tua verdadeira identidade aí pelo meio, hmmm... Acho que devias voltar a dar uma olhada nisso.

Oh well, muito Bem! Isto foi mesmo o fim?? Porque foi curto, uma sequela era bem vinda, hmph
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Ter Set 09, 2014 4:37 pm

Thanx @ the advice, deixei a minha identidade escapar!
A fic ainda não acabou, eu é que ainda não tenho novas ideias, elas depois surgem.
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Dom Set 14, 2014 7:13 am

Aaah, entendi.
Fico à espera de mais então!
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Massensterben em Sex Out 31, 2014 7:54 pm

<--- Façam de conta que este é o Samuel
<--- E esta é a Érica.

 <--- Eu

 <--- João

Era dia 31 de Outubro, uma ocasião única em todo mundo. Há quem lhe chame de "dias das bruxas", "halloween", mas também pode ser alcunhado de "perfeito dia de aventuras para um casal", embora eu duvide bastante que alguém use este nomezão. A acção desenrola-se no café da Érica. Ele estava todo decorado com enfeites do perfeito dia de aventuras para um casal halloween. Tinha fitinhas pretas com morcegos pequenos, virados ao contrário, algumas teias de aranha e efeitos luminosos que mostravam bruxas e fantasmas no tecto.

E: *sentada numa mesa, dentro do edifício, em frente ao Samuel. Nota a cara de cabra negra satânica mal morta dele e pergunta-lhe* O que se passa, Samuel?
S: Eu não gosto muito deste dia.
E: Porquê?
S: Faz-me lembrar de fantasmas.E sabes que tive aquela experiência horrível quando era pequeno.
E: Oh, tens de ultrapassar isso, rapaz!
S: Não sei não.
Eu: Oi!
S: Boas!
E: Olá!
Eu: *sento-me em cima da mesa* Vocês são lindos.
S: Tá.
E: Oh Samuel, vá lá, tens de perder o teu medo de fantasmas!
Eu: O que se passa?
E: O Samuel não quer comemorar o halloween!
S: A sério Érica? Pareces uma criancinha.
Eu: Bom, eu posso ajudar.
E: Podes? *disse ela com um ar contente*
S: Podes? *disse ele com um ar aterrorizado*
Eu: Vocês só precisam de ir àquela casa atrás da casa atrás da casa atrás do bar da Érica.
S: O que tem lá?
Eu: Oxigénio, dióxido de carbono, azoto, árgon, entre outros.
S: Não era disso que eu estava a falar.
Eu: Sei. É só uma casa assombrada.
S: "só".
E: Parece-me interessante! Vamos lá, Samuel?
S: Claro que não!
E: Vem lá! Até podemos fazer uma traquinices lá dentro.
S: Que tipo de traquinices?
E: Coisas sexys *disse ela enquanto passou as mãos, suavamente, dos seios até às pernas*.
Eu: Aceita!
E: Sim sim!
S: Está bem, mas só lá vamos fazer essas traquinices e mais nada!
E: Yes! Eu sei que acabarias por ceder.
Eu: Eu também. Aliás, já estava programado!

Agora, ouçam esta canção enquanto lêem o que está em baixo:


Então, eu fui-me embora e os outros dois foram em direcção à casa assombrada. O Samuel estava cheio de medo, mas a Érica estava confiante. Um tempo depois, chegam ao seu destino. A casa tinha um aspecto miserável: estava toda porca por fora, com as janelas partidas, heras que subiam pelas paredes... até o próprio portão estava arrombado. Estava marcado, no cimo do portão, uma cruz invertida. Haviam várias cordas por baixo do telhado mais acima, Elas estavam colocadas em fila, todas juntas umas das outras. Eram cordas usadas pelos suicidas...
O casal entrou na casa. A Érica abriu a porta, que fez um ranger ensurdecedor quando foi movida.

E: *Olha em volta* Wow, isto aqui é fantástico!
S: *Desaperta o cinto da calças*
E: O que estás a fazer?
S: Não íamos fazer traquinices?
E: Não! Foi só um esquema para te atrair.
S: A sério? Vou-me embora.
E: Não vais deixar a tua namorada aqui, pois não?
S: Tu vens se quiseres.
E: Eu até podia ir... mas não chegaria viva a casa...
S. *vira-se, assustado* O que queres dizer com isso?
E: Eu vou morrer aqui... e tu também...
S: Érica, pára com isso! Sabes que não gosto dessas coi...*olha directamente para a cara da Érica. Ela tinha um sorriso horrível estampado na cara, E o pior... escorria-lhe sangue pelos olhos*
E: Eu morri num pesadelo com cadáveres... tornei-me num deles. Era um sonho premonitório, que indicou o meu destino...
S: *Permaneceu imóvel, totalmente constrangido com o que ouviu*.
E: Nunca voltarás a ver a luz... Nunca a escuridão mente...quando a tua hora chega, chega... A minha já chegou.... *fecha os olhos e cai. Ela estava totalmente pálida e dura, como um bloco de gelo... também estava muito fria.*
S: *Começa a gritar e vira-se para trás, para onde estava a porta. Desistiu, logo que viu a Érica, morta, enforcada, mesmo à sua frente. Ela ainda trazia aquele sorriso horrendo na cara.*

Nisto, o Samuel começa a correr desesperadamente pela casa, para encontrar uma saída. Viu várias manchas de sangue, negras como o carvão... pareciam ser apenas vários coágulos juntos. Inclusive viu um gato preto a beber o sangue. Samuel ficou aterrorizado. Ele não conseguia dizer nada, devido ao pânico. Desejou, com todas as forças que estivesse num sonho... até se beliscou no braço. Doeu. Muito, Quando olhou para o braço, um bocado de carne tinha sido arrancada... esse bocado estava na outra mão, com que se tinha beliscado. Ao ver o que tinha acontecido, tentou beliscar o seu pescoço, para ver se iria morrer... Ele fê-lo... morreu...
espirros de sangue por todo o lado
sangue negro...
o cadáver de Samuel era terrível... já estava em decomposição e verde, com vários fungos, como se tivesse morrido há meses...
Eis que, ele acorda atrás de umas grades... e ao seu lado... a Érica... num canto... sentada de joelhos.

S: *Aproxima-se da Érica* Hey, hey, Érica... estás a ouvir-me?
E: Samuel... socorro...
S: O que se passa?
E: Tenho muita comichão... muita
S: Onde?
E: Na cabeça... não é cá fora... é dentro... mas não chego lá...
S: Tem calma, isso já passa!
E: NÃO, NÃO PASSA! *Disse ela aos gritos, com uma verdadeira agonia na sua voz*. DÁ-ME ALGO!
S: O quê?? *disse ele,  muito trémulo*.
E: UM LÁPIS! UM LÁPIS, DÁ-ME UM LÁPIS!
S: Eu não tenho nenhum lápis!
E: DÁ-ME ALGO, ALGO, ALGOOO!!! *Disse ela enquanto batia com a cabeça no chão, com a tentativa de acalmar a comichão*.
S: Eu não sei o que fazer!!!
E: ENTÃO USO AS MINHAS PRÓPRIAS MÃOS!
S: O que vais fazer???
E: *Começa a coçar a cabeça com as suas unhas... coçou tanto que acabou por abrir a sua cabeça... tinha lá um buraco, onde escorria sangue e pedaços de cérebro. Ela tira um bocado e diz, calmamente* Foi isto....isto... foi isto o que me deu comichão... Agora vou acabar com tudo *deixa ficar o bocado na mão fecha-a com força. Esmagou-o e morreu na hora. Com a boca aberta, como se tivesse passado um bom tempo a rir... um riso psicótico.*
S: Eu... eu não quero viver assim! Eu quero morrer!
???: Que assim seja!
S: *Cai com a cabeça, fora do corpo.*

De repente...

E: Onde estou? *acorda num salão todo escuro com um poço enorme, mesmo no meio*.
S: Érica.
E: Samuel? Não te vejo?
S: Estou mesmo aqui, ao teu lado...
E: *olha para a esquerda e vê o Samuel*
S: Tenho sede. Vou beber água daquele poço.
E: Nem penses!
S: Sim penso. Não tem mal. Não vou morrer por causa disso!
E: Mas não deves beber dessa água! Nem sabes se é potável.
S: Claro que é *vê o balde, junto de uma roldana. Ele atira-o para baixo e depois puxa-o. De lá, vinha água laranja escura... ele bebeu-a, directamente do balde e caiu no chão.*
E: SAMUEL! *Vai rapidamente ter com ele* RESPONDE-ME!
S: A água, afinal era potável. *disse ele com os olhos fora das órbitas*.
E: `*Grita*.
S: *A sua pele começa a ficar vermelha e um líquido começa a escorrer por baixo do seu corpo... era o seu sangue a sair do corpo. Até os seus olhos, fora do sítio, estavam com a cor mudada... completamente negros... como o sangue do cadáver da Érica... ela suicidou-se ao espetar uma tábua de madeira com um prego na cabeça... No mesmo local onde se tinha coçado...

Entretanto, tudo fica escuro... tão negro como o negro mais escuro do mundo, infinitas vezes...
Apareceu a Érica... ela estava deitada no chão... Ela acordou e olhou para a sua volta. Viu mesas, com várias gavetas, armários, um fogão e algumas frigideiras penduradas num rhufhue próprio. Eis que vê o Samuel à sua frente... Ele estava, virado de costas para a Érica, na banca, com uma faca e uma base por baixo. Parecia estar a cortar qualquer coisa. Eis que ele diz, sem se voltar para trás...

S: Então, Érica, já acordaste?
E: Onde é que estamos?
S: Estamos em nossa casa.
E: Na nossa casa?
S: Sim. Já estamos casados. É normal que não te lembres, porque sofreste um acidente grave e ficaste em coma durante muito tempo...
E: A sério??? O que tu estás a fazer?
S: Estou a preparar o jantar... Vai ser carne.
E: Mas Samuel, tu sabes que sou vegetariana!
S: Esta não é uma carne normal... *vira-se para a Érica com a base na mão e diz* Esta é a MINHA carne!

Em cima da base, estavam os dedos do Samuel, todos cortados com aquela faca que ele estava a usar antes. Pareciam bocados de cenoura... e o sangue ainda escorria forte e feio, como se não tivesse fim.

E: *dá um grito de horror e cai. Ela não consegue andar... até que olha para baixo e vê que as suas pernas tinham sido amputadas.*
S: Ah, as tuas pernas... Sim, elas estão ali *aponta para o fogão. Lá dentro estavam as perna da Érica, totalmente tostadas. Até pareciam estar a derreter* Tudo isto para o nosso jantarzinho! *diz ele com um sorriso horrendo*.
E: E...eu não vou comer isso!
S: Ai vais sim... diz-me uma coisa Érica... se tu morresse, tu chorarias?
E: S..Sim!
S: Isso deve-se pelo facto de me amares, certo?
E: *disse com alguma dificuldade* sim..sim é isso...
S: Então, como é que podes afirmar que me amas, se não consegues comer a minha carne?
E: Pára com isso! É doentio!
S: Não te preocupes! Eu também vou comê-la *pousa a base numa mesa, pega num bocado de dedo cortado e mete-o à boca*.
E: *vomita*
S: Agora é a tua vez!
E: N-não!
S: *pega num outro bocado e mete-o à força na boca da Érica, enquanto ela se movimentava bruscamente*
E: *cospe*
S: Se não vais a bem, vais a mal!
E: Não, deixa-me seu monstro!
S: Seu monstro? *encosta a sua mão ao pescoço da Érica e começa a apertar com muita força. Nisto, ela começa a babar-se* Eu fiz este jantar para ti e é assim que me agradeces? Tu é que és o monstro aqui! E eu vou acabar com a tua raça *aperta com mais força*.

A Érica estava a perder a visão, devido à falta de ar, escorria-lhe sangue pela boca e estava com os lábios roxos. Eis que ela começa a ficar mais mole e cai. Morreu. Tinha sido assassinada pelo próprio marido. O Samuel ria, maleficamente, virado para o céu... É então que ele pega na faca que usou para cortar os dedos e tira os seus olhos, um a um. De seguida, espetou na própria cabeça. Morreu instantâneamente... No entanto, ele cai no chão e a faca é empurrada mais para dentro da sua cabeça. que a abre... Começa a jorrar sangue, muito sangue da fenda, junto com os bocados de cérebro, que acompanham o fluído vermelho até ao chão... O mais macabro, é que ele tinha morrido, a rir... um riso maldito....

De repente, Samuel e Érica acordam no hall de entrada da casa. Levantaram-se e correram em direcção à porta, sem dizer uma única palavra. A porta estava a afastar-se e, do nada, começam a cair homens mortos enforcados. Alguns até estavam decapitados. Então, inesperadamente, ambos caiem num buraco, cercado pelos cadáveres. Entraram num quarto arrepiante, com vários espelhos, de diversas formas e tamanhos. Cada vez que passavam por um, viam os seus reflexos. todos num estado físico lamentável, cheios de cortes e muito sangue.
Eis que a corrida terminou, num beco com dois espelhos. Cada um deles tinha um nome escrito em cima. Os nomes eram... ÉRICA MATOS e SAMUEL REIS... os nomes das personagens... Ambos ilustravam uma figura esborrachada, coberta com órgãos e sangue. Eram, na verdade, os cadáveres de Érica e Samuel. Tinham morrido juntos num acidente de carro. A data não foi especificada, assim como a causa concreta do acidente, como se quisesse fazer com que os protagonistas não se pudessem salvar... Repentinamente, surge uma voz...

???: Vocês não irão morrer assim. Mas sim de outra maneira. A causa SOU EU! *atira duas facas que acertam na cabeça de cada um, num único tiro certeiro*.

Então, a Érica e o Samuel voltam a aparecer no hall de entrada da casa, mas desta vez, só choravam, muito alto. Mas, sem ninguém estar à espera, aparece uma figura ocultada pelas sombras locais...

???: Olá amigos! Gostaram da vossa aventura?
S: *diz ele a gritar e a chorar* TIRA-NOS DAQUI, JÁ!
???: Tenham calma, sou só EU.
E: O que é que fizeste?
Eu: Fiz-vos passar por uma peripécia inesquecível. O que acharam?
S: Foi horrível! O que nos fizeste foi desumano.
Eu: Foi, não foi?
E: Como é que trataste disto tudo? Pareceu ser real demais para serem apenas efeitos especiais... Eu senti-me morta várias vezes incluíndo o sangue que me saía pelo corpo... foi horrível!
Eu: Oh, isso foi fácil. Fui ao Real-Wishes.com e wa lá! Tudo feito! Também com a ajuda do meu amigo, João Paulo Sousa!
J: Oi pessoal!
Eu: Ha ha, este tipo é uma moca. É a única pessoa que conheço que prefere morenas a loiras.
J: Na verdade, o que eu gosto mais, acima de tudo, é de ruivas!
Eu: Eu também adoro ruivas!
S: Deixa-me ver se entendi... Tu pediste ajuda a um site que supostamente concede desejos para nos pregares esta partida?
Eu: Exactamente. Nesse site podes pedir os desejos que quiseres, mas tem calma! Coisas impossíveis não são permitidas.
E: Que tipo de coisas impossíveis?
Eu: Pedir um forte feito de penas, que o meu pai não ressone ou que seja criado um editor de vídeo que não faça surgir uma marca de água horrenda, caso a versão de teste seja usada, em vez daquela que implica pagamento.
E: Entendo.
Eu: *viro-me para o Samuel e pergunto* Então, Sam, ainda tens medo de fantasmas?
S: Oh, claro que não, deixei-me disso. Agora tenho medo de casas assombradas!
Todos: HAHAHAHA!!!
Eu: Bom, agora, que tal sairmos todos, antes que um espírito vingativo nos ataque?
Todos: Sim sim, vamos!

Então, tudo acabou bem. Eu, o João, a Érica e o Samuel fomos a um restaurante próximo da casa que também de julga estar assombrado. Adivinhem: era um restaurante de ramen! LOLOLOL


THE END...?












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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Pam Shindou em Sex Out 31, 2014 9:50 pm

Ahah muito bem Nessie, ótimo capítulo. Conseguiste fazer umas descrições simples, no entanto bastante perturbadoras, dava para imaginar perfeitamente. E eu ri bastante no início e no fim.
Adoro estas histórias em que as personagens passam por várias situações horríveis e acordam continuamente. Espero ver mais desta fic, mas só depois de me escreveres tu-sabes-o-quê 8D
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Re: Fan fic da paixão praieira

Mensagem por Tomoyo em Seg Dez 29, 2014 1:09 am

Antes demais peço desculpa por só ter lido agora esta fic.
Gostei da forma como a escreveste, tornou-se engraçada, um pouco viciante e fácil de ler. Este último capítulo foi sem dúvida o meu preferido, apesar de ter gostado da chapada da Raquel. Eu pensei que neste capítulo a causa seria de algum pó ou gás com algum efeito tipo droga para lhes criar ilusões, mas ficou engraçado como explicaste.
Continua

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Re: Fan fic da paixão praieira

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