Fineas e Pherb

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Fineas e Pherb

Mensagem por Massensterben em Qua Dez 24, 2014 12:41 am

A pedido de várias famílias (na verdade foi só do membro de uma), vou começar a escrever uma nova fan fic para o blog. A da paixão praieira ficará em stand-by por enquanto. Esta nova fic terá apenas 3 capítulos, onde tudo o que eu tenho arquitectado em mente irá caber na perfeição:

 <--- Phineas e Ferb, respectivamente

<--- Candace

<--- Pai e Mãe, respectivamente


Tudo começa no quintal da casa do Phineas e do Ferb. Ambos estão a ter uma aventura bastante apimentada no relvado. A atmosfera local é rodeada de gemidos de prazer sexual, entre "oooh's" de admiração das pessoas que passavam. O Balijeet passou e acenou aos rapazes. Tudo nas calmas....

Phineas: Ai Ferb!
Ferb: Oh Phineas!
P: Ai Feeerb!!!
F: Oh Phineaaas!!!
P: AI FEEERB!
F: OH PHINEAAAAS!!!
P: Que gostoso mano!
F: O que raio andámos nós a fazer este tempo todo? E ainda bem que fui tirar as amígdalas.
P: Elas foram crescendo e entupiram a tua garganta. Quem me dera comê-las.
F: Quem me dera comer-te a ti!
P: Mais ainda? Oh, que safadona!

Entretanto aparece a Candace, do nada, como um fantasma.

C: PHINEAS! FERB! MAS O QUE É QUE VOCÊS ESTÃO A FAZER?
P: A caçar elefantes, não vês?
C: Vocês estão um em cima do outro! Parecem dois cães, quando as fêmeas estão com o cio!
F: Na verdade, isso não é bem assim...
C: *interrompe* Ferb, desde que foste tirar as amígdalas, ficaste muito chato com a tua intelectualidade. E eu vou dizer à mãe que vocês estão a fazer porcarias! OH MÃÃE!!!
P: Diz que estamos a praticar incesto.
C: *entra em casa e corre até à cozinha, onde a mãe estava* OH MÃÃE!!! O PHINEAS E O FERB ESTÃO A FAZER INCESTO NO QUINTAAAAAL!!!
M: Não estão a fazer nada de mal! Mas quando é que instalamos os cestos de basket?
C: Não é isso! O Phineas e o Ferb estão a comer-se um ao outro! E não, não é canibalismo! É sexo! É isso, eles estão a dar uma queca no quintal!
M: Andam a dar cuecas no quintal? Podiam aproveitar e dar os boxers do teu pai! Mandam um cheiro a bacalhau que não se pode.
C: Oh cabra, o Phineas e o Ferb estão a fazer sexo no quintal!
M: Ah, incesto! Porque é que não disseste logo?
C: EU DISSE, SUA #!&$#&
M: Não há problema. Eles nem são irmãos de sangue, podem praticar incesto sem problemas! Tal como acontece num anime chamado Kiss X Sis.
C: Mãe, tu vês desenhos animados orientais?
M: Diz-se "animes".
C: Mas isso é tão infantil!
M: Mas tu gostavas, quando eras pequena!
C: Fds, ó mãe, tu hoje andaste nas bolotas, não andaste?
M: Desde que o teu pai foi para Burkina Faso que eu não tenho actividade nenhuma.
C: Ó mãe, usa o teu corpo para outro! O que achas que o pai foi lá fazer? Foi lá a comer as Burkinesas! Vão as grandes, pequenas, boas, feias, freiras e protestantes, enfim, para aquele homem vai tudo à frente, é como se fosse um armazém de espermatozóides.
M: Afinal aquele cornudo anda a dar-se para as outras?
C: A dar às outras, neste caso.
M: Então é por isso que ele foi para o Japão no Verão, foi para ver as boazonas das japonesas todas de cuequinha e sutiã!
C: Ele até tirou uma selfie after-sex com a paxareca da Leah Dizon.
M: Eu já vou tratar disso mais tarde. Entretanto, começa a ver animes, como Gantz, Genocyber e Uragiri Wa Boku No Namae Wo Shitteru.
C: Só decorei o nome do último. Obrigada mãe, eu amo-te! Mas o pai não, ha ha.

Entretanto, o Phineas vê uma cabeleira preta a andar, por trás da cerca do quintal da casa. Ele reconhece-a como a da Isabella. Rapidamente, ele sai de cima do Ferb, mas não é para ficar por baixo desta vez. Até ficou bem ereto (kkkkkkk).

F: O que se passa?
P: É a Isabella! Se ela nos vê a fazer aquilo está tudo acabado!
F: Espera... tu tens uma relação com esse mirtilo mutante?
P: Não, mas eu sei que ela me ama e faz tudo para me tentar conquistar, até mesmo ajudar nas invenções! Se eu continuar a dar esperanças, temos um trabalhador e nem precisamos de lhe pagar!
F: Bem pensado! Olha, ela vem aí!
I: *entra no quintal e dirige-se aos irmãos* Olá! O que estão a fazer?
F: Incest... *disse ele, desatento*
I: O quê? Incesto?
P: Não, nada disso! Estamos a apanhar insectos!
I: Sem uma rede?
P: Não há problema! Nós temos os boxers do pai! Cheiram tão mal e são tão grandes que podem atrair muitas moscas!
I: E para que é que vocês querem moscas?
P: Para...hum...criar uma mosca mutante com sete cabeças.
I: E para que é que querem isso?
P: Hum...*sussurra:* fvck... OLHA, UM DISCO VOADOR! *aponta para o céu*.
I: *olha*.
P: *pega numa tábua de madeira e parte-a na cabeça da moça*.
I: *desmaia*.
P: Ela já não se vai lembrar disto quando acordar.
F: Ainda vamos criar a mosca mutante?
P: Não me parece necessário.
F: Mas é que fiquei mesmo interessado!
P: Oh, está bem. Ferb, já sei o que vamos fazer hoje!
F: Incesto no quintal?
P: Depois... vamos lá fazer a nossa mosca!
I: *acorda* Olá!
F: Já acordaste?
I: Cala-te vagina de sapato.
F: *dá um estalo à Isabella* Mas tu és parva ou fazes-te?
I: Morre de diarreia!
P: *separa os dois* Tenham calma! Vamos ler um bom livro e esquecer que tudo isto aconteceu!
F: Como? Esta gaja começa a chamar-me nomes do nada!
I: Queixinhas.
F: Mamas pequeninas.
I: Ora seu *agarra o pescoço do Ferb e aperta-o*.
P: Gente, essa parte não pertence à nossa série. Os amarelos começaram com isso primeiro. E que tal se fôssemos àquele café novo que abriu na esquina?
I: Vamos lá então, mas eu aposto que esse café não se abriu tanto na esquina como a mãe do Ferb.
P: Aham!
I: Oh, desculpa Phineas, não era para ti.
F: Vamos lá despachar-nos! O último a chegar ao café é uma Isabella podre. Ups, esquece, ela já o é *começa a correr enquanto ri*.
I: Ora seu *corre atrás dele*.
P: Isabella, olha o copyright!
I: O copyright que vá para os lábios de baixo da mãe do Ferb. Desculpa Phineas.
P: Sem problemas *sussurra* cabra...

Eis que chegaram a um café de chá chamado Genitaisdemais. Era afinal, um bar de strip com prostitutas já cotas, uma canção de jazz francesa a tocar como música de fundo e várias capas de filmes porno antigos agrupados, em fila indiana na parede do bar. Os jovens sentam-se, junto à parede.

F: Ora, vejam *aponta para uma das capas*, "Sexo À Chinesa"! Está ali uma nota que diz "dada a natureza das imagens do filme, estas não serão aqui mostradas", mas então e aquela imagem da capa?
I: Isso é só a capa, eles estão a referir-se a imagens das cenas do filme, sua besta quadrada enaltecida por um monte de bosta caído de um gajo que já tinha diarreia presa no rabo há 30 anos que até rebentou com as entranhas que explodiram e verteram muito sangue para cima de ti, tanto que serviu para regar um rebento de soja podre vinda da tua cabeça que também é muito podre, porque cheira e sulfureto de hidrogénio, aquele gás que sai dos ovos quando estão podres, pudera, é o que tu e a tua mãe comem HAHAH!!! Desculpa Phineas.
P: Tá *revira os olhos, irritado*.
F: 


Entretanto, a Candace aparece, em frente ao computador. Tinha acabado de ver um montão de episódios de animes, o género que ela mais gostou foi shoujo-ai e hentai. Até rimam. Eis que ela começa a pesquisar sobre hentais com sangue, porque ela gosta de sadomasoquismo sexual. Então, ela encontra um resumo de "Night Shift Nurses", num blog chamado animesgorept.

C; Olha que interessante! Tenho de começar a ver este! Será que há outros animes deste género? Ai, eu gostava tanto de criar um como este *diz ela enquanto explora do site*. Wow, com tanto sangue, o criador do blog até me podia dar uma mãozinha quanto à minha futura criação! Ele tem um nome estranho... *clica no nome e é redireccionada à página do blogger* Interessante... ele gosta de pernas femininas, mamas, rabos e de brincar ao peixinho. Eu preciso de contactá-lo. Será que ele tem facebook? Hmm, não vejo aqui nada. Mas tem um canal no Youtube! O que terá lá? *clica*. Olha, "The Tavern of Extreme Sound", o que será isto? *clica*.

As janelas da casa rebentaram e sairam de lá muitas notas musicais distorcidas. A Candace caiu, mas subiu novamente para a cadeira e desligou o som. Eis que ela viu um link de Facebook na descrição. Ela clica, vê as informações e envia uma mensagem privada ao rapaz para marcar um encontro relacionado com negócios da criação de um anime, a partir das ideias dos dois.


Eis que o tal rapaz vê a mensagem e vai ao local combinado. Estava vestido com uma gabardine negra, óculos escuros e um chapéu castanho e estava a beber um café. Era identificável apenas como "M", que estava preensado na camisa. Então a Candace aparece e o rapaz faz sinal com o braço. A moça chegou até lá.

C: Bom dia, preciso da sua ajuda para...
M: *interrompe* eu só aceito conversas com pessoas se tiverem algo para me dar.
C: *silêncio*.
M: Tens algo para me dar?
C: Ideias para o projecto futuro contam?
M: Não.
C: Pronto, trouxe-te uma fralda. Eu sei que foste tio à pouco tempo e o teu sobrinho vai precisar dela, certo? *mete-a na mão do M*.
M: *pega na fralda, começa a mirá-la por todos os ângulos e atira-a à cara da Candace*.
C: O que foi isto?
M: Essa seria uma prenda para o meu sobrinho e não para mim.
C: Então, do que é que o senhor gosta?
M: Chegue cá, eu digo-lhe ao ouvido.
C: *chega-se*.
M: *sussura*.
C: Ah! Então o senhor gosta de uvas!
M: Uvas? Não idiota! Eu disse Ruivas!
C: AAAAA! Entendi. Então porque não disse isso logo?
M: Eu pago um imposto sempre que digo "Ruivas" para uma pessoa, pela primeira vez num dia em voz alta.
C: Ah bom. Então eu trago-lhe uma ruiva.
M: Ruiva.
C: Sim, foi o que eu disse!
M: Com letra maiúscula no início. Os nomes dos deuses têm letra maiúscula no início.
C: Ohh, obrigada!
M: Eu não estou a falar de si. Eu sei que a senhora nasceu careca e esses cabelos laranjas que têm na cabeça fazem parte de uma peruca *tira-lhe a peruca*.
C: *tapa a cabeça com as mãos* Hei! Dê-me isso!
M: Vá buscá-lo e traga uma Ruiva consigo *atira para a frente*.

Nisto, a Candace começa a correr, apanha a peruca e sai do bar.
Entretanto, fêz-se de noite e o pai chega a casa.

P: *abre a porta de casa e entra* Ah! Boa noite família!
Mãe: Porque não vais ter com as tuas outras famílias?
P: Outras? Oh querida, sabes muito bem que só tenho uma e amo-a muito.
M: Ai é? Então porque penetras as burkinas e as japonesas? Para ajudares na procriação?
P: O quê? Penetrar?
M: Sim sim, foi o que a Candace disse.
P: Oh, tu sabes muito bem que não deves acreditar em tudo o que ouves.
M: Até no que estás a dizer agora?
P: Não, isso é diferente! Tem lá calma!
M: Não não tenho nada calma.
P: Querida, eu amo-te muito! Eu nunca te iria substituir por nenhuma burkina ou japonesa, por mais gostosa que ela fosse! Eu amo-te não pelo teu exterior, mas sim pela tua beleza interior. Eu amar-te-ia fosses o que fosses.
M: Até mesmo se eu fosse outro homem?
P: Exactamente!
M: Sabes querido... é que eu sou parte homem...
P: *soluça* N-não há problemas... eu continuo a amar-te!
M: Mesmo que eu seja um homem completo, de verdade?
P: *soluça duas vezes* S-s-im...
M: Vá, prova-o!
P: Herm... bem... eu era capaz de comer aquela jarra por ti *aponta para uma jarra em cima de uma mesa*.
M: Força!
P: Eu não posso... fui tirar as amígdalas...elas cresceram muito desde que eu era pequeno e agora a minha garganta está muito fragilizada...
M: Então quero outra prova.
P: Hm... amo-te...?
M: Quero algo mais físico.
P: Amo-te *dá-lhe palmadinhas nas costas*.
M: Eu quero um beijo.
P: Tá bom.
M: Na boca.
P: Ok.. *dá e corre directamente para o WC. Aí, ele vomita para a sanita*.
M: Sentes-te mal?
P: Nada disso... isto é das amígdalas.
M: Se quiseres, eu posso limpar-te a garganta *lambe os lábios, com um ar sedutor*.
P: *foge e tropeça numa pedra, da habitação vizinha*.
Vizinho: Hei, o que se passa?
P: A minha mulher é um homem!
V: Ah isso. Não há problema, todas as mulheres são homens! E a minha tem um grande carapau, ahah.
P: *grita desesperadamente e foge*.

Muitas outras personagens aparecerão no próximo capítulo. A Madalena é gostosa.
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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Pam Shindou em Qua Dez 24, 2014 1:05 am

Pfffffft- Oh Nessie, muito obrigada, isto é perfeito, eu ri imenso. O Ferb está bué de comunicativo nesta fanfic, e as discussões dele com a Isabella mataram-me, ohoh. Não consigo não imaginar isso agora.
Adoro sempre imenso esses teus self-inserts nas tuas fics com a publicidade aos teus blogs sempre super discreta btw. E A CANDACE, meu deus, ela já anda a desesperar tanto só no primeiro capítulo, espero que isso se intensifique ainda mais. E também espero que sejas generoso com os meus Bujeets e etc e tal, mas eu aguardarei ansiosamente pelo resto tentando não chatear com essas coisas.
Já agora aconselho-te só a colocares a fic em spoiler porque temas sexuais e etc, precaução nunca é demais. Eu adorei isto. Por favor continua e despacha-te com o próximo capítulo~
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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Tomoyo em Sex Dez 26, 2014 6:08 pm

Opah, ri-me imenso. Não estava nada à espera e por isso fiquei um pouco assustada xD Continua

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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Massensterben em Sab Dez 27, 2014 8:29 pm

Este aqui está tão épico. As personagens são quase as mesmas, porque eu não quero estar a distorcer as minhas ideias actuais:

Spoiler:

As personagens são as mesmas que as da fan fic passada, com a adição de mais algumas:

 <--- Perry
<--- Francis

<--- Carl


A acção desenrola-se, neste momento, num bar escuro, coberto da fumaça que sai dos cigarros dos toxicodependentes e dos wannabe-esses.  Sentado numa cadeira da mesa do canto extremo esquerdista (não interpretem isto mal), encontra-se o tal M, vestido da mesma maneira que no capítulo passado. Ele esperava pacientemente por Candace e pela prenda que iria receber, até que olhou pela janela e viu-a, com uma carroça atrás. M não mexe uma palha. Isto porque M não tem palhas no corpo. Ele moveu os olhos para acompanhar o trajecto da moça, que entrou no bar, com um caixão embrulhado num laço laranja.

M: Agora és coveira?
C: Nada disso! Tenho aqui a tua ruivinha *disse ela enquanto recuperava o fôlego*.
M: Diz-se "Ruiva". E não podias tê-la trazido dentro de algo menos fúnebre?
C: Não havia mais nada nas lojas. Era do tamanho dela e tudo. Alguns polícias vieram atrás de mim, mas eu safei-me ao comprovar que a pessoa que estava dentro do caixão não era um morto.
M: Então abre-o.
C: *abre. Saiu de lá uma linda Ruiva que trazia uma banana na mão. Ela foi logo sentar-se no colo do M*.
Bom, eu vim cá antes para lhe falar acerca do tal negócio.
M: Você queria que criássemos um anime 100% português com gore e hentai extremo?
C: Exacto. Mas como o senhor tem mais experiência no assunto que eu, queria propôr-lhe outra coisa.
M: Que eu faça tudo e que coloque o seu nome nos créditos? Não.
C: Não é isso! Eu posso fazer um enredo e depois, você adapta-o para um gore-hentai!
M: É exactamente a mesma coisa.
C: Não. não é! Eu tenho uma história já feita! E até posso ajudar na parte do hentai. Sabe, é que os meus irmãos praticam incesto e...
M: *interrompe* Isso não é do meu interesse, Conte lá a sua história.
C: Bom *pega no papel com a história escrita e começa a ler* Era uma vez um gato com asas que vivia na cidade, era rico, mas estava muito triste. Então, mudou-se para o campo e ficou feliz! Pronto.
M: Isso é a história ou é uma piada para ser contada na história?
C: É mesmo o enredo.
M: Então e a moral? A moral da história, onde está?
C: Moral? Que moral é ilustrada pelos gores?
M: Bom, o Gantz ensina que se não queres lutar contra extraterrestres, não poderás morrer. E o Genocyber ensina que não se deve comer gelatina verde peganhenta numa aula de anatomia interna.
C: E isso é a moral da história?
M: Sempre pode vir a ser útil.
C: Em que parâmetros?
M: No caso de se não quiseres lutar contra extraterrestres, não poderás morrer.
C: Mas é impossível não morrer!
M: A não ser que faças macumba para não morreres. E esta será a moral da história do nosso projecto.
C: Até faz sentido. Bom, eu vou para casa desenvolver a ideia. Amanhã vemo-nos cá à mesma hora.
M: *não responde*.

Agora, no caminho para a casa da Isabella, os três mini-humanos começam a conversar.

F: Hei, vocês querem jogar um jogo?
I: Qual?
F: O jogo do lagarto que come batatas.
P: Como é que se joga a isso?
F: Cada um tem que dizer uma palavra semelhante à que foi dita anteriormente e quem disser "batata" terá que andar com uma cauda de lagarto no rabo durante uma semana.
P: Parece interessante. Eu começo: Filósofo.
I: Teorias.
F: Extraterrestre.
P: Verde.
I: Legume.
F: Batata. Oh, f*ck...
I:

F: Odeio este jogo.
I: Estamos perto de chegar à minha casa. Acho que vocês nunca a viram, certo?
P: Penso que não.
I: Hão-de adorá-la! Tem um quintal enooooorme.
F: *toca no ombro do Phineas e sussurra-lhe, enquanto a Isabella descreve a sua casa* Ouviste? Quintal! Podemos fazer incesto lá!
P: Não Ferb, é melhor não. Devíamos guardar isso em segredo. Deve ser tão secreto como a Área 51, a mentalidade feminina e o facto do Perry ser um agente secreto.

Eis que, no quartel onde o Perry costuma ir quando espera por uma missão, aparece o Major Carl e o Major Francis, que acabaram de ouvir a frase do Phineas. O Perry, já disfarçado de detective, começa a fazer-se de desatento, como se não tivesse ouvido nada... no entanto.

Francis: Agente P., o senhor está em perigo. A sua identidade secreta foi revelada ao mundo e agora temos de lhe apagar todas as suas memórias!
Carl: As memórias do Agente P.? Não deveriam ser as dos rapazes?
F: Não. O Agente pode vir a ser descoberto novamente, mais tarde ou mais cedo e para evitar problemas, a nossa organização vai fechar, as memórias do ornitorrinco serão eliminadas e iremos planear um ataque terrorista ao quartel-general do Doofernshmirtiz.
C: Oooh, boa ideia!
F: Eu vou ter com o ornitorrinco, e tu ficas aqui. Se eu não voltar até daqui a pouco, é porque fui comprar tabaco. Pode iniciar o ataque terrorista sem mim.
C: Sim, sim!
F: Cá vou eu. *é teletransportado para a sala de onde o Perry se encontrava*. Agente P., foi muito bom conhecê-lo, mas pelo seu bem, terei de lhe apagar as memórias. *pega na arma que elimina as recordações e prontifica-a a atingir no Perry*.
Perry: *pensa. Eu não posso deixar que o Doofernshmirtiz seja assassinado... e para isso, terei de contratacar o Carl e o Francis pela mesma moeda. Então... cá vou eu!*

Perry começa a correr em direção a Francis, com muita velocidade. Este ainda sente alguma dificuldade em disparar contra o ornitorrinco e é neste momento que ele se lembra dos bons momentos que passaram juntos: estiveram na praia, foram escalar o monte, beijaram os pés um do outro, fapparam em conjunto com ver um videoclip da Leah Dizon... Francis estava paralizado. O Perry também... mas este deu um pontapé forte na arma, que foi parar até à muita distância dali. Perry foi buscar a arma e preparou-a para disparar em Francis. Mas ele não fez nada; caiu de joelhos e disse:

F: Agente P.... termine com as minhas recordações negras do maldito tempo em que estive por trás daquele ecrã... eu fui dominado durante anos pelo Carl e ele agora vai assassinar o Doofernshmirtiz. Eu nunca pensei numa coisa dessas! Mas se eu não alinhasse, eu teria o mesmo destino que o Dr.. Portanto, vai em frente e termina com as minhas memórias e pára aquele lunático do Carl. O destino do mundo está nas tuas patas de pato. LOL.

Agora vocês esperavam uma despedida muito amaricada, certo? Mas não. O Perry não hesitou e boom! Disparou no Francis que começou com as clássicas questões de quem perdeu a memória: "Onde estou?", "Quem sou eu?" e "Porque é que o meu polegar é tão grande?". Bem, esta nem tanto, mas é verdade, o Francis tem um polegar enorme. Vocês é que nunca o viram, porque ele está sempre atrás de um visor que apenas mostra a sua façanha. Então, Perry pôs-se a andar, para salvar o seu arqui-inimigo; algo que ele nunca pensou em fazer, uma única vez...

Enquanto a isso, os três amigos já estavam na casa da Isabella. Todos eles estavam no quarto da menina.

P: Então, o que vamos fazer?
I: Vamos jogar ao €uro!
P: Eu já joguei disso taaaanta vez.
I: Mas esta não vai ser uma partida vulgar! Vamos jogar à maneira da Isabella!
F: E como é isso?
I: Vocês já vêm.

A Isabella vai ao armário buscar a caixa do jogo, abre-o e começa a prepará-lo.

I: Vocês já sabem como funciona: atira-se o dado, move-se o boneco e tira-se uma carta. Fazemos pela ordem: eu-Phineas-Ferb. *atira o dado, move o boneco e tira a carta, que tem um efeito qualquer*.
P: Agora sou eu! *repete o processo, mas fica surpreso com o último passo... na carta dizia: "dar um beijo no nariz na Isabella*. Esta carta tem um efeito diferente dos outros...
I: Não te preocupes! Só tens de seguir o que a carta te diz.
P: Ok... *aproxima-se da Isabella e beija-lhe o nariz. Ela dá um gritinho fino e ensurdecedor*.
F: Agora sou eu. *repete os processos, tira uma carta e lê que pode receber 500€, vindos da caixa automática, como um bónus*
P: Boa Ferb! Parece que tu és o que teve mais sorte, pelos vistos.
I: Ai, eu não acho, hehehe.

O jogo continua, com as regras da Isabella. Sempre que o Phineas tirava uma carta, tinha de fazer algo de amoroso à Isabella, algo que ele acabou por descobrir através do padrão de como as cartas tinham sido colocadas. Eis que ele diz:

P: Bom, agora tenho de ir à casa-de-banho. Ferb, podes ficar com a minha vez!
I: *aflita* NÃO PODES!
P: Porquê?
I: Está avariada! E assombrada! Tem lá um fantasma horrível! *pega numa garrafa e dá-la ao Phineas*. Toma, podes fazer aí.
P: Mas eu não queria fazer xixi.
I: Então? Não me digas que querias...
P: *acena que sim com a cabeça* Largar um submarino. Eu posso fazer no quintal, se me deixares.
I: N-não! *pega num panelão e dá-lo ao Phineas* Toma, podes fazer aí!
P: A tua mãe não se importa?
I: Claro que não! Porque é que achas que o tenho aqui?
P: Porque é a pior panela do mundo, que deixa a comida mal feita, mas que a tua mãe adora?
I: Também, mas não é esse o caso.
P: Ok. *vai para o canto do quarto, tira as calças e começa a largá-lo. Era tão duro e tanto que até fez "PUM!"*

Um tempo depois...

P: Pronto, já está.

Continuam a jogar, e o Phineas, farto de estar a dar meigurinhas à Isabella, levanta-se a diz, em alto e bom som:

P: Ouve lá Isabella: este jogo está a deixar-me doente! Eu já reparei que sempre que tiro uma carta, tenho sempre de te dar beijinhos ou abracinhos. Sabes que mais? Esquece isso! Eu estou farto das tuas [censored]!
I: M-mas Phineas!
P: Não é mas, nem meio mas, eu já me passei dos carretes contigo!
F: Só para vocês ficarem a saber, eu ganhei no jogo, portanto, vou sair.
P: Não Ferb! Fica aqui que eu vou terminar isto num instante.
F: *revira os olhos* Está bem...
I: Mas Phineas, eu amo-te e tu nunca me deste uma oportunidade para poder demonstrá-lo!
P: Quem te impede?
I: Eu!
P: Então pronto!
I: É verdade Phineas, eu sinto coisas por ti! Pàra de ser mau para mim!
P: Paro de ser mau? No 3º ano, eu apaixonei-me à primeira vista por ti e tu, o que fazias? Não me ligavas nenhuma! No 4º, tentei ajudar-te nos exercícios que não entendias, mas tu nunca me agradeceste e até fugias de mim! No 6º, eu convidei-te para sair e caso não te lembres, eu dei-te uma carta de amor e um bouquet de rosas violetas, as tuas favoritas, mas tu rejeitaste-me, para ficares com aquele idiota do SWAG.
I: Eu só queria experimentar! As raparigas gostam de aventuras!
P: Ai é? Ser sodomizada, estar grávida, dar à luz um filho, criá-lo e educá-lo, pagar a conta da luz e da água, ter um emprego e lutar por ele não são coisas suficientemente aventureiras?
I: Mas não têm nada de bom...
P: De certeza? Ter um filho e educá-lo não é bom? Sentir que tens um bebé dentro do teu útero e que é a coisa mais importante para ti naquele momento não é bom? Preferes ficar sentada num banco com as tuas amigas, todas grávidas a falar sobre a gravidez, enquanto tu ficas no canto, calada que nem um caracol? Oh, esquece, tu nunca terás amigas! Vais morrer sozinha e ninguém irá ao teu enterro! Nem descobrirão que tu morreste! Alternativamente, podes ir para o pé do teu SWAGger, que te batia a insultava! Sabes que mais? Vai para o raio que te parta! Se me queres assim tanto, bebe o meu mijo *tira as calças e mija para a boca da Isabella* Vá bebe, bebe, sua porca desalmada! E sabes que ainda mais? Vou utilizar a casa-de-banho, para soltar o fantasma! Ele que te atormente para o resto da tua vida! E toma nota: esta é a última palavra que te dirigi, ouviste? *vai-se embora*.
F: Sabes Phineas, a última palavra que lhe dirigiste foi "ouviste" e não foi "esta".
P: Oh bolas... *volta para o quarto da Isabella e grita:* ESTA!!! *sai de novo*.

Mais tarde, quando os rapazes já tinham saído, a Isabella leva a panela onde o Phineas largou o canhão para a cozinha. Eis que a mãe chega a casa, vai à cozinha e começa a fazer o jantar. Quando abre a panela...

Mãe: ISABELLAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
I: *corre até à cozinha* O que foi?
M: O que raio é isto?! *mostra-lhe a panela*.
I: Ah, foi aí onde o Phineas defecou. Ele não pôde ir à casa-de-banho por causa do fantasma.
M: Oh, pois é. *continua a fazer o jantar como se nada tivesse acontecido*.

E aqui termina o segundo capítulo da fan fic. Preparem-se para o próximo!
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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Pam Shindou em Sab Dez 27, 2014 9:42 pm

OH MEU DEUS isto foi ótimo, agora mal posso esperar pelo próximo~~~
Já vi o nome do Doofenshmirtz ser escrito de muitas maneiras, mas "Doofernshmirtiz" é novo ahah. Bem gostava de ver umas zoofilias gayzices entre ele e o Perry no próximo capítulo, mas ná sei se vai acontecer alguma coisa. Três capítulos parece tão pouco, mas eu sei que tu lá me vais conseguir surpreender com isto. Aguardo ansiosamente o terceiro e último capítulo disto, e já te digo que deverias considerar uma sequela lá para a Páscoa, mas eu entendo que queiras continuar a outra fic e gerir os teus blogs ao contrário de mim e etc. Enfim, está ótimo, continua por favor!

(PS: Adorei a tomada de atitude do Phineas, ohoh)
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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Tomoyo em Seg Dez 29, 2014 1:56 am

Esperava uma atitude destas pela parte do Phineas há tanto tempo, não tão violenta mas parecida. Adorei o capítulo, ri-me imenso. Continua

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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Massensterben em Sab Jan 03, 2015 10:15 pm

Novo capitulo:

Personagens novas:

<--- Doofensmitz

<--- Baljeet


Passou-se muito tempo desde que o pai do Phineas e do Ferb fugiu de casa aterrorizado com a notícia de que a sua esposa era, na verdade, um homem, que lhe foi dada por ela mesma. E não foi só isso: segundo a mãe, todas as mulheres são homens. O pai correu, correu e correu até que se deixou de haver sinal dele. No entanto, a mãe sabia para onde é que o pai tinha ido: ele estava na casa da árvore dos DickSons, pessoal que, ao contrário do que o seu apelido indica, é adorado por toda a vizinhança. Toda a família é muito prestável e deixaram o pai do P e do F esconder-se na casa-da-árvore que estava no quintal. O pai já tinha esse hábito há muito tempo, tanto que a sua esposa já sabia onde ele tinha ido.

P: *sentado, de cócoras, com a cabeça enterrada nos joelhos e os braços estendidos no chão*.
M: Já vi que estás aí.
P: *olha para o lado e dá um berro de susto* AAAAHHHHH! Vai-te embora, sua gaja aparente.
M: *ri-se* Eu não acredito que tu levaste a sério o que eu disse!
P: Claro que levei! Senti-me horrível naquele momento!
M: Eu não sei se tu sabes, mas, todas as mulheres têm uma pilinha, tal como os homens!
P: *começa a tremer de medo*.
M: Essa pequena estrutura que nos torna tão parecidos é o clitóris!
P: Wut?
M: É verdade! O clitóris é como um pénis para as mulheres! Têm muitas semelhanças entre si! Só que a maior parte do clitóris está enterrado dentro do corpo da mulher e apenas uma pequena bolinha seria vísivel.
P: Entendo. Mas seria horrível se estivesse todo de fora. Já imaginaste um homem de quatro, por baixo?
M: Oh, se vi! É claro, nos vídeos homossexuais do Redtube e do...
P: *interrompe* sim, sim, isso eu não preciso de saber.
M: Não há problema. Vamos para casa?
P: S-sim...
M: Ainda bem.
P: Mas nada de conversas de homens pelo caminho, certo?
M: Está bem.
P: Que bom. Eu vou então contar uma história de algo que aconteceu há pouco tempo. Era uma vez um homem...
M: *interrompe* na na na! Tu disseste: "nada de conversas de homens pelo caminho" e tu referiste a existência de um!
P: Oh, está bem, eu substituo. Então, era uma vez um cavalo...
M: *interrompe* na na na! Cavalo é masculino!
P: Pronto. Era uma vez uma égua que estava no escritório...
M: *interrompe* na na na! Escritório é masculino!
P: $%#&$#!!! Pronto, que regressem as conversas de homens.
M: Yay! Vídeos de gays no Hardtube.
P: Holy Jeebus...

Entretanto, o Phineas e o Ferb chegam a casa e começam a jogar às cartas no quintal. De repente, aparece o Baljeet a correr, na direção deles, com um ar assustado.

P: Bons cumprimentos Baljeet? O que vos levai a atravessar o relvado desta humilde habitação?
F: Phineas, falar à rei não te fica nada bem.
P: I 8 u...
B: Vocês nem vão acreditar! A Isabella está na ponte da autoestrada e diz que se vai suicidar porque tu, Phineas, foste mau para ela.
P: LOL! Eu não fui mau, fui realista.
B: Ela só disse que foste mau, não deu mais detalhes. Temos de ir, rápido!
P: Tá.
F: Que remédio.

Eles dirigem-se até à ponte...

P: Isabella, o que querias?
I: Phineas, não me faças mal! Senão, eu atiro-me daqui a baixo!
P: Isabella, não faças isso sozinha. Se tu fores, eu também vou.
I: *sorri* Oh Phineas!
P: Eu também vou até aí... para te empurrar e apressar a tua morte *empurra-a*.
I: AAAAAAAAAAAAAAAA!!!! *puff*.
F: É...acontece...
B: Vocês sabem qual foi a sua velocidade média durante esta queda?
F: Não.
B: Nem eu.
P: Isso é tipo a piada do não e do nem eu. Conhecem o não?
F: Sim.
P: Eu também. ***a-se o não e o nem eu, o sim e o eu também são mais cool!

Eis que a Candace aparece no bar e encontra-se com o M.

M: Tá feito?
C: Não pude... estive muito ocupada com estas coisas do ano novo.
M: Não me faças rir.
C: Oh, é uma pena, porque o senhor deve ter um riso fantástico! Bom bom seria se não tivesse aparelho!
M: Tem algum problema com aparelhos nos dentes, menina?
C: Eeeeh. Claro que não. Nunca! Até porque eu conheço muitas ruivas com aparelho nos dentes!
M: Ruivas, se faz favor.
C: Oh, sim, sim! Quer um café?
M: Não. Eu queria o enredo terminado.
C: Eu posso recompensá-lo! Posso pagar-lhe uma pizza! E o melhor: pode ser uma ruiva a atendê-lo! E com aparelho nos dentes! Ah ah ah, ridículo.
M: Candace Desdemona Revontulet Sakamoto Fvcking Flynn, és a pior transgreção que já alguma vez conheci. Por favor, R.I.P.
C: Sim, sim... eu descansarei em paz...
M: Não. R.I.P. significa "Rest In Putrid". *vai-se embora sem pagar*.
Empregado: Hei, senhor! Não pagou!
M: Fica na conta dela. Se ela não pagar, chame o exército.
C: M-mas... e o nosso anime?
E: Menina, tem assuntos mais importantes a tratar.
C: E-eu não tenho dinheiro!
E: Sendo assim terei de chamar a máfia. Você já foi.
C: Fvck...

Entretanto, no outro lado da cidade, o agente Carl dirige-se ao quartel-general do Doofenshmirtz, num avião de guerra, pronto para dar cabo do pobre homem vestido de farmacêutico. No entanto, o avião começa a parar. O que se passa? Carl virou-se para trás e viu... o Perry! Estava numa pequena avioneta e prendeu uma fita à cauda do avião, à distância!

C: Miserável ornitorrinco! Morre! *pressiona um botão que lança mísseis para trás, que atingem uma das asas da avioneta*
P: *pensa: vou ter de saltar para aquele avião, estarei mais seguro lá dentro do que cá fora.*

Então, o Perry espera a altura perfeita para o salto... a sua avioneta estava muito debilitada e qualquer ventinho podia fazê-la movimentar-se bruscamente. Repentinamente, aparece um enorme dragão que agita a cauda e origina vento contra a avioneta. Graças a isso, o Perry pôde entrar dentro do avião do Carl, através de uma fenda causada pelo Ataque de Rochedos, vindo do dragão. O ornitorrinco injecta um soro matemáticocilínico (uma substância que faz com que uma pessoa adormeça instantaneamente) no Carl e ele...pronto, adormeceu. Duuh!
Imediatamente, o Perry começa a comandar o avião e bate no quartel-general do Doofenshmirtz. Ele estava na casa-de-banho, a partir a pedra, a pensar na Bonnie Mckee.

D: Hei, o que vem a ser isto? Perry ornitorrinco! Só podias ser tu!
P: Não é o que parece Dr! Eu vim aqui para o salvar de um ataque mortífero!
^ isto é o que ele estava a pensar. Na verdade, ele disse:
P: Grrrrgrrrrgrrrgrrgrgr!!!
D: Tu não me enganas, seja lá o que querias dizer! Eu inventei uma bomba carregada de césio e frâncio! E vou lançá-la contra ti. Assim que eu ligar os chuveiros de emergência, a bomba irá destruir todo este prédio! Nunca mais existirão provas da existências das minhas maldades! *risada diabólica*.
C: *acorda* Hun? O que é isto tudo?
P: *aproxima-se do Carl e cospe nele*
C: Mas que raio foi isso?
P: *direcciona a bomba de césio/frâncio contra o Carl através de um feitiço de boa sorte que ele fez no dia anterior, pega no Doofenshmirtz com o seu braço suplente de bolso que comprou no Ebay e usa as suas asas de águia, que tinha escondidas debaixo do seu pêlo, para escapar do prédio que ia acabar por ser destruído*
C: *morre*

Lá fora...

D: Perry ornitorrinco...salvaste-me? Como te posso agradecer?
P: CHEESECAKE DE MORANGO! MUITOS DELES!
^ isto é isto: V
Grrrrgrrrgrrrgrrrgrr!
D: Ah ah! Sem problemas!

Então, ambos os dois partem numa viagem para um sítio qualquer, tipo a Somália ou a Austrália. Até rimou.
No entanto, a Candace corre para alcançar o M, que estava no mesmo passeio que ela. Quando ela já está mais perto dele diz:

C: M!!! Esqueceste-te de uma coisa!
M: Do quê?
C: Da factura!
M: *tira um lápis da camisa e espeta-o no olho da Candace*
C: *geme e grita de dor*
M: Agora pegas no lápis e escreves, na parte de trás do talão, o enredo do anime que querias tanto criar. Quero isso escrito e enviado para o meu correio amanhã às 6 e meia da manhã!
C: O nosso projecto irá continuar?
M: Ah ah! Claro que não. Só quis ver a tua cara de parva quando pensaste que te ia dar uma oportunidade. Tu nem serves para limpar o meu lixo.
C: *cai no chão e morre. Teve uma trombose. Viu um escaravelho-golias à sua frente e assustou-se. Tanto que não resistiu ao encontro*.

E pronto, "Fineas e Pherb" está terminado. É caso para pôr isto a dar:

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Re: Fineas e Pherb

Mensagem por Pam Shindou em Sab Jan 03, 2015 10:32 pm

E OS MEUS BUJEETS ONDE ESTÃO? SEQUELA PARA ESTA CENA, JÁ.

Anyway... pffft, pobre Candace. Foi um final meio estranho, mas.... nhée, aceitável. Gostei das pseudo-falas do Perry, deu para entender o que se estava a passar na mente dele para variar.
Houve uma extraordinária falta de conteúdo perturbador neste último capítulo, fiquei mesmo a querer mais. Espero que um dia continues esta história Nessie, ai espero espero. Mas bem, isto foi fantástico, fico à espera de mais cenas tuas!
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Re: Fineas e Pherb

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